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NO BALANÇO DE CADA DIA

Nasce o dia espirando curar a dor;
Dor de amor,
Dor das mães,
Dor dos filhos,
Dor do nosso Senhor.

A cruz se faz presente,
De um lado a dor do Filho,
Do outro lado a sua dor, a minha dor...
Às vezes doe tanto!
Até parece que só agente sente.

A tarde chega trazendo a brisa.
O sol, já não é tão quente,
Secam se lágrimas e feridas.
A alma,  o vento suaviza.
Renova-se a esperança na vida.

Escurece e vem à noite, põe-se de lado cada qual a sua cruz.
O corpo descansa debaixo das mãos do Pai.
Existem aqueles que têm as mãos do amor,
Para aquietar seus corações.
Outros se põem a sonhar com suas realizações.

A madrugada guarda o sono.
Ora leves como a pluma,
Outrora aterrorizados pela dor e pelo medo...
A mim resta, pedir a proteção de Deus,
Para que cada um seja o dono do seu próprio destino.



Sonia Ruedas Meneghini
Enviado por Sonia Ruedas Meneghini em 24/10/2007
Código do texto: T707681

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Sobre a autora
Sonia Ruedas Meneghini
Barueri - São Paulo - Brasil, 56 anos
89 textos (4135 leituras)
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Sonia Ruedas Meneghini