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As últimas palavras

A poesia que cheira mal,
Que corta a carne,
Que emudece a alma... Fiz pensando em suas últimas palavras.
Acreditava que eu sempre estaria ali, quanto engano!
Apenas escrevi a poesia do adeus e saí.
A frase que tanto marcou,
Os olhos que tanto fitei,
Os abraços, os braços, seios, pernas e entre elas minha maldição...
eu deixei.
E muitas noites quando sol me chegava,
voltava embriagado para o princípio, e mais um gole então,
Quando comecei a voar meu céu caiu num abismo sem fim,
E eram duas as condições: escrever a poesia ou ficar ali.
Escrevi...
Macário Fabrício
Enviado por Macário Fabrício em 02/11/2007
Código do texto: T720405

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Sobre o autor
Macário Fabrício
Itumbiara - Goiás - Brasil, 41 anos
29 textos (3250 leituras)
1 e-livros (2279 leituras)
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Macário Fabrício