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Mundo Mundo, vasto Mundo.

Mundo Mundo, vasto Mundo
Se meu nome é Raimundo
Sou um Zé e mais ninguém
Não importa o quando dure
Ou que o Mundo se amadure
Duro é o peito de quem tem.

E daí?

Quem não tem está não tado
Esse tardo feito em peito
Peita a voz do som gritado.
Finjo a culpa e fingem junto
Esse povo esperançado
No esperanto passam Mundo
De reclamos bem sentado.

Culpo em quem? (É de alguém?)

Quem não dorme esperançado?
Ou fechado à sua vileza?
Quem não fica apaixonado,
por alguém ou por certeza?
Eu só sei que o Mundo expressa.

Um traçado o Mundo manda
E você aceita a massa,
eu também me carpedio
E lá fora o Mundo passa
E você fica parado
Como alguém apaixonado
Já comido pela traça.



Essa traça é o conformismo.
Melques Aleixo
Enviado por Melques Aleixo em 16/11/2007
Reeditado em 16/11/2007
Código do texto: T739719
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Melques Aleixo
Guarulhos - São Paulo - Brasil, 30 anos
16 textos (974 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 17/12/17 00:55)
Melques Aleixo