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MUDEI TUDO




Mudei de uma vez,
aqueles tempos de fidelização não te pertence mais,
me revolto e saio do perfeito que sonhei em lhe dá,
medalhará agora o meu sopro carne magra, sem cérebro.

Quero ser livre

Você sempre soube dizer o que eu nunca quis escutar,
passando de galha em galha resolveu habitar na minha
por percepção de firmeza,
mas você não sabe que dentro de mim crio meu prazer de cócegas,
cupins imensos detonam-me e circula minha rapa fedida,
o seu tombo não deixará cicatrizes e eu dominarei a sua queda de morte.

Eu sou livre

E vou sempre gritando bem alto, para o meu eu ouvir
Egoísmo falar só de mim?
Mais falo tanto de você e nunca percebeu,
pois agora sou mais eu.

Não dormirá aos meus braços.
Imundo do meu corpo pra levar ao seu,
Para a podridão lhe alcançar em uma flechada
certeira lhe trazendo a magoa reta.

Ali no canto restam jarras de vinagres suculentos e ácidos,
Vinagres crus.
Sinta-se a vontade em sarar sua sede e saciar sua ferida.
Harpa naufragada.


OSMAR ZIBA
Enviado por OSMAR ZIBA em 16/11/2007
Código do texto: T740175
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Sobre o autor
OSMAR ZIBA
Goiânia - Goiás - Brasil
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