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PELA JANELA

Ontem estava a janela, regada por chuva passageira,
Olhando indiscriminadamente sem receio ou pudor,
Alcançava muito longe um punhado de areia
Onde foi jogada a semente do bendito amor.

Nada fica permanente nessa vida arruaceira
Causando displicentemente magoa e muita dor
Sou vingado pelo diabo, ou não passa de besteira?
Pois a semente jogada ainda não vingou.

Me perdoe, pois não é brincadeira
Fui forçado, pelo próprio ser com furor
De perguntar a essa vida derradeira
Por que o amor tanto me negou?

Autor: Otávio Augusto
Tavinho
Enviado por Tavinho em 19/11/2007
Código do texto: T743323
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Sobre o autor
Tavinho
Sorocaba - São Paulo - Brasil, 38 anos
15 textos (473 leituras)
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Tavinho