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Louco amor, que maltrata, mas nunca fala,
louco amor,que na solidão me embala
que me leva com loucura , numa forte ventania.
O meu viver, sem piedade, leva embora
e sofrendo minha alma tanto chora
por que leva, uma vida tão sombria.

Tentando se livrar, me tornei um boêmio,
mas a vida, so me mandou como premio
um outro mundo, muito mais devassador.
Não consegui esquecer essa namorada
se tornou mais longa, minha madrugada
me enviou em dobro, o que ja tinha em amor.

Tenho comigo, tantas fantasias provocantes,
que so frequenta a mente dos amantes,
tentando afastar, um pouco dessa solidão.
Esse meu mundo nunca foi coberto de flores,
sempre falei apenas de um amor, nunca de amores
que sempre habitou sozinho, o meu coração.

Louco amor, que elimina ate minha fome,
todo meu corpo se abastece de seu nome,
que me atira em vida, num triste mausoléo.
Anos e anos perdidos, com o tempo vão,
e eu perguntando, mas por que então,
não tem fim, esse meu viver tão cruel?
GIL DE OLIVE
Enviado por GIL DE OLIVE em 23/11/2007
Código do texto: T748848
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Sobre o autor
GIL DE OLIVE
Campos do Jordão - São Paulo - Brasil
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