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Poças de espinhos e estrelas

Aonde... Aonde vai parar estrada companheira
Vamos... Vamos fazer uma parada
Parada da felicidade

Entretanto as vistas belas e belas paisagens
Continuam a mirar-me
Refletindo paz e acalanto
Mas a onda do inverno chega
E destrói toda a construção do boneco semelhante ao Eu
E o meu coração segue o balanço das aguas cristalinas
Rumo afora desgovernado
Esperando encontrar aguas mais ternas

E assim seguir novamente o percurso
Desta estrada vasta
E gentilmente infinita
Enquanto os meus pés tropeçam em "poças de estrelas"
Ou será melhor "poças de espinhos"
Entre cair em ilusões iguais a nuvens destelhadas
Entre meio caio em contradições nas quais o coração aperta
Invisivelmente cansado e visivelmente choque de emoção

Ei... Ei era aqui a parada
Não... Não tenho certeza
Se era a parada da felicidade.
Juscelina
Enviado por Juscelina em 28/11/2007
Código do texto: T756293
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Sobre a autora
Juscelina
Uberlândia - Minas Gerais - Brasil, 30 anos
12 textos (584 leituras)
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Juscelina