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TORPES VERSOS

Mãos sujas do meu envenenado cigarro,
Mente poluída de idéias entorpecentes,
Do prazer da carne explorar ao máximo,
Fazendo estimular desejos mais quentes
Bebendo este vinho, ingerindo fumaça
O sentido que leve seja o que te faça

Se não tem sentido algum, fuja da raia.
Tentar entender o incompreensivo,
Tais desentendimentos a que a mente caia,
Sempre querendo saber o inconclusivo,
Ao longe pensante, incomunicável,
Figurando sentido ali confundível.

Restante neblina do apagado cigarro,
Sob o prazer do vinho posto a mesa,
pensamentos revoltos, aqui voltado.
Sem nada entender, nenhuma certeza,
errantes caminhos encontrados na mente
em torpes versos fazem-se de repente.
Samy Carvalho
Enviado por Samy Carvalho em 29/11/2007
Código do texto: T757975

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Sobre o autor
Samy Carvalho
Aracaju - Sergipe - Brasil
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Samy Carvalho