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Indiretamente culpado

Turbilhão de abstrações invadem meu ser;
ganham formas; mista a mim e rouba - me o sono.
cainçalha faminta!
Meu ser fere e sangra, e, se perde de mim.
Sou filho da caiçalha, indefeso em meu país;
Sou filho,mas, escolhi a cainçalha.
A cainçalha sou eu e comporto a miséria e a roubo as migalhas;
Sou a cainçalha e a cria do bando.
A noite continua e a insônia também
E o que parece oculto não o é para os homens de bens.
tabu de eos
Enviado por tabu de eos em 05/12/2007
Código do texto: T766212

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Sobre o autor
tabu de eos
Salto de Pirapora - São Paulo - Brasil, 43 anos
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tabu de eos