SONETO DA PEDRA
 
Som triste dos ventos do norte...
O amor ajoelha-se no deserto...
Nas areias as lágrimas do abandono...
E a única flor é oculta no coração.
Troveja a dor dos que perecem no escuro.
Onde estão, as eras da esperança?
 
Dentre as almas a rosa vive...
A primavera cantiga nos céus:
 
Pedra dos caminhos absortos
Envolto aos bálsamos de desalinhos,
Da esperança e da morte...
Resplandeça em melodias de conforto
A serenidade do Deus absoluto!
 
(Débora Neves & Poeta Dolandmay)



Dolandmay Walter e Débora Neves
Enviado por Dolandmay Walter em 17/01/2012
Reeditado em 17/01/2012
Código do texto: T3446470
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