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- Quem me esqueceu não chora!



 Querendo ser um bom companheiro tentei ajudar,
 Um ser carente que sem eu querer voltara para mim.
 Eu confesso que já havia esquecendo-se dela no cotidiano
 Meti os pês pelas mãos e fui cruel e estupido, aceito!


 Mas, a vida tem curvas e altos e baixos e retas invisíveis,
 Ela se chegou bem devagar, talvez com medo viesse mansa.

 Especial a sua atitude e ficamos muito próximos no curto tempo.
 Sentimentos expostos e uma vida sofrida e alegria no nascimento.
 Queria por todos os meios mostrar alegria e carinho nas noites.
 Ultrapassei a minha paciência no despertar amor ao próximo.
 Esquecia até de mim e passei a viver a vida dela e seus infortúnios.
 Cansado de levar desvios de conduta com desculpas absurdas
 Eu comecei a sentir a sua mudança de atitudes como desprezo!
 Uns dias estavam bem e de repente sumia e na volta, mentiras!

 Noite de luxurias até vivemos e li coisas nunca imagináveis,
 Algumas me arrancaram da minha calma com tanta baixaria.
 Olhava em volta e não mais sentia nada por aquele ser carente.

 Caminhar e olhar para frente, aí, pensou com meus botões.
 Hoje tenho certeza que os motivos inventados foram melhores.
 Ontem relendo algumas escritas pessoais e recebidas no calor.
 Ressentido fica, pois, bem sei que sei e tenho certeza de fato.
 Aquela que ainda chora por mim, falta muito para me esquecer!

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LAURO PAIXÃO
Enviado por LAURO PAIXÃO em 18/05/2019
Código do texto: T6650128
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
LAURO PAIXÃO
São Pedro De Moël - Leiria - Portugal
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