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Resumo do Livro: O Discipulado Verdadeiro

O Discipulado Verdadeiro
William MacDonald

As condições do discipulado

O autor diz que o cristianismo verdadeiro é uma dedicação total ao Senhor Jesus Cristo, e que ele busca aqueles que lhe darão o primeiro lugar de sua vida, incluindo a nossa alma, nossa vida, e nosso tudo. Ele também diz que não deve ser visto como uma fuga do inferno e uma garantia de se chegar ao céu, mas, que o sangue, o suor e lágrimas são o que deve caracterizar a vida do seguidor de Cristo. Segundo o autor, estas são as condições de discipulado apresentadas por nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. 1 – Um amor supremo: Somente quando estivermos dispostos a abrir mão de nossa própria vida em favor de Jesus é que estaremos numa situação em que ele nos queira. 2 – A negação de si mesmo: Submissão completa ao senhorio de Cristo. 3 – Escolha deliberada pela cruz: Um caminho que, no que tange a este mundo, é desonra e desprezo (C. A. Coates). 4 – Uma vida gasta em seguir a Cristo: Andar como ele andou, exibindo o fruto de sua semelhança. 5 – Um fervente por todos aqueles que pertencem a Cristo: O amor que tudo sofre tudo crê tudo espera, tudo suporta. 6 – Uma inabalável firmeza na Palavra de Deus: Obediência constante sem questionamentos. 7 – Abandonar tudo para segui-lo: Deixar o futuro nas mãos de Deus.

Renunciando a tudo

John Wesley disse: “Acumular tesouros na terra é tão claramente proibido por nosso Mestre como o adultério e o assassinato”. O autor diz que a obediência ao Senhor é a vida mais sã e razoável, aquela que provê maior alegria. O homem que abandona tudo para seguir a Cristo não é um mendigo sem recursos que espera ser sustentado por seus amigos cristãos. Ele é laborioso: trabalha com diligência para suprir suas necessidades atuais e da sua família. Moderado: Vive da maneira mais econômica possível, de modo que tudo o que esteja acima das necessidades imediatas possa ser investido na obra do Senhor. Ele enxerga adiante: em vez de acumular tesouros na terra, acumula tesouros no céu. Ele enxerga seu futuro: em vez de dar o melhor de sua vida para construir vastas reservas de segurança para os anos da velhice, ele dá seu melhor para o serviço de Cristo e confia que seu futuro está nas mãos do Senhor. Anthony Norris Groves escreveu: “Que tristeza será ver um servo que procura ser rico grande e honrado neste mundo onde seu Senhor foi pobre, inferior e desprezado”.

Obstáculos ao discipulado

O autor diz que qualquer um que se proponha a seguir a Cristo pode ter certeza de que muitas rotas de fuga surgirão diante dele. Ele diz que doze legiões de anjos se colocam prontas para livrá-lo do caminho da renúncia e do sacrifício. O autor apresenta três dos obstáculos fundamentais ao verdadeiro discipulado, ilustrado por três homens que não estavam dispostos a seguir pelo caminho com Jesus Cristo. O senhor Rápido Demais: o amor pelos confortos terrenos. O senhor Lento Demais: a precedência de um trabalho ou ocupação. O senhor Fácil Demais: a prioridade dos ternos laços familiar.

Os discípulos são administradores

O autor diz que a parábola do administrador astuto presente em Lc 16:1-13 foi dirigida aos discípulos. Ele diz que muitos não-regenerados são mais sábios e agressivos na preparação de seu futuro na terra do que muitos crentes o são quanto a seu futuro no céu. Ele diz que os amigos ganhos por meio do uso sábio de nossos bens materiais formarão uma comissão de boas-vindas para nos receber nas moradas eternas. É dessa maneira que os administradores sábios planejam o futuro não gastando sua breve vida numa busca vã pela segurança na terra, mas no esforço apaixonado para ser cercado no céu por amigos que foram ganhos para Cristo por meio do dinheiro que possuíam.

O zelo

O autor diz que Deus deseja pessoas que estejam completamente voltadas ao controle do Espírito Santo. Para os outros a aparência dessas pessoas será a de estarem embriagadas com vinho, mas aqueles que sabem das coisa perceberão que elas são movidas por “uma profunda, enorme, assombrosa e jamais satisfeita sede por Deus”.



O autor diz que a fé não trabalha no reino do possível. Não há gloria para Deus naquilo que é humanamente possível. A fé começa onde termina o poder do homem. Segundo George Muller, “A província da fé começa onde as possibilidades terminam e onde a vista e os sentidos falham”. A fé diz: “Se ‘impossível’ é o único impedimento, então é possível fazê-lo”.

Oração

O autor diz que se verdadeiramente caminharmos pela fé, em vez de por aquilo que vemos então nossa vida de oração seria revolucionaria. Alguém já disse que “a flecha que penetra o céu deve ser lançada por meio de um arco totalmente curvado”. Segundo ele a oração deve soprar o poder do Espírito Santo, a mente de Cristo e os desejos de Cristo em nós e por nós. Disse o escritor Wenham: “Pregar é um dom raro; orar é um mais raro ainda. Pregar, como uma espada, é uma arma para uso a curta distancia; os que estão mais longe não podem ser alcançados pela pregação. A oração, tal qual um canhão, em longo alcance e, sob determinadas circunstancias, é ainda mais eficiente”.

Batalha

O autor diz que o verdadeiro cristianismo está muito longe do entretenimento simplório da cristandade moderna. Não deve ser confundido com a vida luxuosa e a busca pelo prazer que são tão grandes hoje. As armas do cristão são a oração e a Palavra de Deus. Ele deve entregar-se à oração fervorosa, confiante e perseverante. Somente assim é que as fortalezas do inimigo podem ser derrubadas.




Domínio Mundial

O autor diz que Deus nos chamou para exercer domino sobre a terra. Em nenhum momento, planejou que nós, seres humanos criados a sua imagem, vivêssemos em estado de ansiedade constante com trivialidades. J. H. Jowett disse: “O verdadeiro imperialismo é o império da soberania moral e espiritual; é a sedução e o domino do brilho fascinante de uma vida pura e santificada”. Dinsdale T. Toung escreveu: “Esta é a nossa tarefa: ungir homens em nome do Senhor para a dignidade da vida, a soberania sobre o eu a para o serviço em favor do Reino”. Segundo o autor, John Mott conhecido estadista missionário. Quando presidente norte-americano Calvin Coolidge pediu que ele servisse como embaixador no Japão, Mott respondeu: “Senhor presidente, uma vez que Deus me chamou para ser  embaixador dele, meus ouvidos estão surdos para todos os outros chamados”.

Discipulado e casamento

O autor diz que o homem não deve repudiar sua responsabilidades familiares, abandonar sua esposa e filhos e partir para o campo missionário. Mas de fato quer dizer que ele não deve viver em função dos prazeres e satisfações da vida domiciliar. Ele não deve usar sua esposa e seus filhos como desculpas para dar a Cristo o segundo lugar. Segundo o autor, C. T. Studd temia que sua noiva pudesse ficar tão ocupada com ele que o Senhor Jesus perdesse o primeiro lugar na vida dela. Para evitar isso, ele compôs um pequeno poema que ela o recitasse diariamente: Tu és para mim, Jesus querido, mas querido do que Charles pode ser.

Analisando o custo

O autor diz que Jesus nunca tentou coagir os homens a uma profissão de fé irrefletida. Qualquer um que se proponha seguir a Cristo deve lembra-se do Getsêmani, do Gábata e do Gólgota. Deve analisar o custo. É uma dedicação absoluta a Cristo ou uma queixosa rendição, juntamente com tudo o que está relacionado a desgraça e degradação. Existe um propósito principal na existência do cristão: glorificar Deus por meio de uma vida que seja totalmente derramada diante dele.
A sombra do martírio

O autor diz que quando um homem está verdadeiramente comprometido com Jesus Cristo, para ele a questão de viver ou morrer parece ser algo sem importância. Tudo o que importa é que o Senhor seja glorificado. Eles percebem que “se o grão de trigo  não cair na terra e não morrer, continuará ele só. Mas se morrer, dará muito fruto” (Jo 12:24). É necessário que todos tenham o espírito do mártir, o zelo do mártir, a devoção do mártir. Cada um de nós pode viver como aqueles que já abandonaram sua vida em favor de Cristo.

As recompensas do discipulado

O autor diz que uma vida totalmente entregue a Jesus tem sua própria e profunda recompensa. Existe uma alegria e um prazer em seguir a Cristo que é vida em seu sentido mais verdadeiro. Ele também diz que se e possível dizer que a vida de discipulado verdadeiro é a vida espiritualmente mais satisfatória deste mundo, então pode-se dizer com igual certeza que ela será a vida mais recompensada nos anos por vir. Bill Borden disse: “Senhor Jesus, abro mão de tudo o que diz respeito à minha vida. Coloco o Senhor no trono do meu coração. Muda-me, limpa-me e usa-me como desejares.

Onde está o seu tesouro?  Diligência nos negócios

O autor diz que o coração está onde estiver o seu tesouro. Ele pode estar no cofre de um banco! Ou pode estar no céu! Mas não pode estar nos dois lugares ao mesmo tempo. Alguém já disse: “O cristão deixa sua riqueza ou vai até ela”. Segundo o autor, o trabalho não deve ter precedência sobre as coisas do Senhor. Sua principal obrigação é buscar primeiramente o Rênio de Deus e a sua justiça (Mt 6:33). A adoração e o serviço não devem sofrer por causa das pressões dos negócios. O cristão pode ganhar tanto dinheiro quanto puder, contanto que dê a Deus o primeiro lugar, cumpra suas obrigações familiares, trabalhe construtivamente, aja de maneira honesta, proteja sua saúde e evite a cobiça.


Ter sem reter

O autor diz que devemos viver da maneira mais econômica possível, evitando qualquer tipo de desperdício. E também devemos desenvolver o hábito de viver de maneira frugal por amor ao Filho do homem. O autor diz que certa vez, o Samuel Johnson foi levado a uma propriedade luxuosa. Ele passou pela mansão e pelos terrenos muito bem cuidados. Então voltou-se para seus amigos e disse: “Essas são as coisas que tornam a morte tão difícil”. Que possamos perceber que somos administradores e tudo o que temos pertence a ele; que nos contentemos em ter nossas necessidades supridas; que vivamos da maneira mais econômica possível; que possamos investir tudo aquilo que está além das nossas necessidades na obra do Senhor, que não acumulemos tesouros na terra; e que confiemos que ele vai cuidar do nosso futuro.

Qual é o perigo?
O autor diz que a vontade de Deus é que nossa vida seja uma perpetua crise de dependência dele. Destruímos a vontade do Senhor em nossa vida quando acumulamos tesouro na terra.

O caso dos bens congelados

O autor cita o Sl 39:6 que diz: “O homem amontoa riquezas sem saber quem vai ficar com elas. Ele diz mais: que a única maneira de ter certeza de que seu dinheiro será usado para o Senhor é usá-lo enquanto você está vivo. E essa é a única maneira de obter uma recompensa futura.

O que a bíblia diz?

O autor diz que o materialismo e a riqueza impedem o fluxo de poder espiritual na igreja hoje. O reavivamento nunca acontecerá enquanto os crentes reinarem como reis. C. H. Mackintosh escreveu: “A única vida real é viver a luz da eternidade usar tudo o que possuímos para a promoção da glória de Deus, mantendo um olho nas mansões eternas. Isso e apenas isso, é a vida a sério”.
Deus valoriza as coisas quebradas. Deus deseja que todos nós sejamos quebrantados

Ao autor diz que na congregação local, o quebrantamento é o caminho para o reavivamento. É uma lei estabelecida no reino espiritual que as lágrimas do quebrantamento são o prelúdio das chuvas de bênçãos. Deus está desejoso de arrependimento e humilhação. Quando nos arrependemos, as bênçãos fluirão.

Comentário

O livro destaca princípios do discipulado neotestamentario, altamente práticos únicos e capazes de resultar na evangelização do mundo. Essas são as condições básicas do discipulado: Um amor supremo, a negação de si mesmo, escolha deliberada pela cruz, uma vida gasta em seguir a Cristo, fervor por todos aqueles querem seguir a Cristo, inabalável firmeza na Palavra de Deus e abandonar tudo para segui-lo.
Antonio Sergipano
Enviado por Antonio Sergipano em 19/03/2018
Código do texto: T6284374
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Sobre o autor
Antonio Sergipano
Aracaju - Sergipe - Brasil
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