DENUNCIANDO A NESTRÊ

NÃO DEIXEM DE LER E FIQUE INDIGNADO. ENCAMINHE.

Data: 1 de agosto de 2012 17:12

Assunto: São Lourenço e a Nestlé,

Na Hungria havia uma fábrica de chocolates, que vendia para o mercado

interno e exportava para os países vizinhos e todo o Leste Europeu. A

Nestlé comprou a fábrica, botou todos os funcionários no olho da rua,

demoliu as instalações e saiu do país. A Nestlé não quer concorrência.

Se houver...

Nestlé mata Água Mineral São Lourenço

(As águas turvas da Nestlé)

Há alguns anos a Nestlé vem utilizando os poços de água mineral de São

Lourenço para fabricar a água marca PureLife.

Diversas organizações da cidade vêm combatendo a prática, por muitas razões.

As águas minerais, de propriedades medicinais e baixo custo, eram um

eficiente e barato tratamento médico para diversas doenças, que entrou

em desuso, a partir dos anos 50, pela maciça campanha dos laboratórios

farmacêuticos para vender suas fórmulas químicas através dos médicos.

Mas o poder dessas águas permanece. Médicos da região, por exemplo,

curam a anemia das crianças de baixa renda apenas com água

ferruginosa.

Para fabricar a PureLife, a Nestlé, sem estudos sérios de riscos à

saúde, desmineraliza a água e acrescenta sais minerais de sua patente.

A desmineralização de água é proibida pela Constituição.

Cientistas europeus afirmam que nesse processo a Nestlé desestabiliza

a água e acrescenta sais minerais para fechar a reação. Em outras

palavras, a PureLife é uma água química. A Nestlé está faturando em

cima de um bem comum, a água, além de o estar esgotando, por não

obedecer às normas de restrição de impacto ambiental, expondo a saúde

da população a riscos desconhecidos. O ritmo de bombeamento da Nestlé

está acima do permitido.

Troca de dutos na presença de fiscais é rotina. O terreno do Parque

das Águas de São Lourenço está afundando devido ao comprometimento dos

lençóis subterrâneos. A extração em níveis além do aceito está

comprometendo os poços minerais, cujas águas têm um lento processo de

formação. Dois poços já secaram. Toda a região do sul de Minas está

sendo afetada, inclusive estâncias minerais de outras localidades.

Durante anos a Nestlé vinha operando, sem licença estadual. E

finalmente obteve essa licença no início de 2004.

Um dos brasileiros atuantes no movimento de defesa das águas de São

Lourenço, Franklin Frederick, após anos de tentativas frustradas junto

ao governo e à imprensa para combater o problema, conseguiu apoio, na

Suíça, para interpelar a empresa criminosa. A Igreja Reformista, a

Igreja Católica, Grupos Socialistas e a ONG verde ATTAC uniram

esforços contra a Nestlé, que já havia tentado a mesma prática na

Suíça.

Em janeiro deste ano, graças ao apoio desses grupos, Franklin

conseguiu interpelar pessoalmente, e em público, o presidente mundial

do Grupo Nestlé. Este, irritado, respondeu que mandaria fechar

imediatamente a fábrica da Nestlé em São Lourenço. No dia seguinte, no

entanto, o governo de Minas (PSDB), baixou portaria regulamentando a

atividade da Nestlé. Ao invés de aplicar multas, deu-lhe uma

autorização, mesmo ferindo a legislação federal. Sem aproveitar o

apoio internacional para o caso, apoiou uma corporação privada de

histórico duvidoso.

Se a grande imprensa brasileira, misteriosa e sistematicamente vem

ignorando o caso, o mesmo não ocorre na Europa, onde o assunto foi

publicado em jornais de vários países, além de duas matérias de meia

hora na televisão. Em uma dessas matérias, o vereador Cássio Mendes,

do PT de São Lourenço, envolvido na batalha contra a criminosa Nestlé,

reclama que sofreu pressões do Governo Federal (PT), para calar a

boca. Teria sido avisado de que o pessoal da Nestlé apóia o Programa

Fome Zero e não está gostando do barulho em São Lourenço.

Diga-se também que a relação espúria da Nestlé com o Fome Zero é outro

caso sinistro. A empresa, como estratégia de marketing, incentiva os

consumidores a comprar seus produtos, alegando que reverte lucros para

o Fome Zero. E qual é a real participação da Nestlé no programa? A

contratação de agentes e, parece, também fornecendo o treinamento.

Sim, é a mesma famosa Nestlé, que tem sido há décadas alvo

internacional de denúncias de propaganda mentirosa, enganando mães

pobres e educadores, para substituir leite materno por produtos

Nestlé, em um dos maiores crimes contra a humanidade.

A vendedora de leites e papinhas "substitutos" estaria envolvida com o

treinamento dos agentes brasileiros do Fome Zero, recolhendo

informações e gerando lucros e publicidade nas duas pontas do

programa: compradores desejosos de colaborar e famintos carentes de

comida e informação. Mais preocupante: o Governo Federal anuncia que

irá alterar a legislação, permitindo a desmineralização "parcial" das

águas. O que é isso? Como será regulamentado?

Se a Nestlé vinha bombeando água além do permitido e a fiscalização

nada fez, como irão fiscalizar agora a tal desmineralização "parcial"?

Além do que, "parcial" ou "integral", a desmineralização é combatida

por cientistas e pesquisadores de todo o mundo. E por que alterar a

legislação em um item que apenas interessa à Nestlé? O que nós,

cidadãos, ganhamos com isso?

É simples. Sabemos que outras empresas, como a Coca-Cola, estão no

mesmo caminho da Nestlé, adquirindo terrenos em importantes áreas de

fontes de água. É para essas empresas que o governo governa? Uma

vergonha !!!

Colabore. Transmita estas informações para outras pessoas e não

consuma o que prejudica a saúde.

Mais informações sobre o caso Nestlé em

http://www.circuitodasaguas.org/

"Antigamente os cartazes nas ruas do Brasil, com rosto de criminosos,

ofereciam recompensas; hoje em dia, pedem votos".