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A viva reverência ao amor numa vida diferente dê. (Parte 2: Uma vida no revelador amor).

Ora, se invocais como Pai aquele que julga imparcialmente as obras de cada pessoa, procedei com sincero temor reverente durante a vossa jornada terrena. (1Pe 1:17). Este versículo faz parte da passagem que compreende os versículos (1Pe 1:13-25), onde Pedro descreve a vida daqueles que conhecendo o amor de Cristo atende o chamado para ser diferentes, expressando o melhor de si em Cristo.

Aqui vemos Pedro salientar algumas características de uma vida com, e sem Cristo no coração. Aqui trataremos da vida que conhece o amor de Cristo.

Uma vida que desconhece o amor de Cristo é uma vida de babatar na penumbra da ignorância: como filhos obedientes, não vos conformando com as concupiscências que antes havia em vossa ignorância; (1Pe 1:14). Ou seja, o mundo antes de Cristo estava ofegante em meio a impossibilidade de conhecer a Deus. O máximo que a humanidade fazia era conjecturar e andar tateando em torno do mistério de Deus.

Platão disse se faz difícil perscrutar e conhecer o Criador e Pai do universo. E ainda que pudéssemos fazê-lo, seria impossível expressá-lo em termos compreensíveis para todos.  A filosofia do mundo antigo não duvidava da existência de um Deus ou de deuses, mas sim, se sentiam incapazes de conhecê-lo em plenitude.

E no coração das pessoas via-se nutrido um sentimento de que eles não mostravam interesse algum nem na humanidade nem no universo. Pois para eles existia um criador punitivo e manipulador, este era o cenário de um mundo sem Cristo, ou seja, Deus era mistério e poder, mas jamais amor. Não havia ninguém a quem eles pudessem estender as mãos em busca de ajuda e nem dirigir a vista com esperança.


Mas Jesus não só O revelou, ensinou como também exemplificou o caminho que leva a Ele. E mais, a vinda de Jesus Cristo, nos propiciou através do seu nome um canal direto de intercambio na oração, onde o Pai nos ouve, nos consola e nos guia através do Seu Espirito. Jesus veio e mostrou ao mundo que o Pai era e, é O Amor em pessoa, e que toda a criação se banhava, e se banha neste gracioso amor. E que toda a humanidade tem um Pai que a espera com os braços do amor abertos.

Sendo assim mesmo que as dificuldades venha bater a nossa porta lembremos que o amor do Pai, está sempre pronto para nos ouvir, nos amparar, e nos ensinar a caminhar, e nada neste mundo nos separa dEle, e com certeza podemos afirmar: Sei estar abatido e sei também ter abundância; em toda a maneira e em todas as coisas, estou instruído, tanto a ter fartura como a ter fome, tanto a ter abundância como a padecer necessidade. Posso todas as coisas naquele que me fortalece. (Flp 4:12,13). Que o amor de Cristo Jesus seja sempre o árbitro de nossos corações.

(Molivars).
Molivars
Enviado por Molivars em 01/10/2019
Código do texto: T6758311
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Molivars
Arujá - São Paulo - Brasil
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