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a43495954cdcf2 DONA BELINA LONGATTI FACCION (* 1923) - José Pereira

DONA BELINA LONGATTI FACCION (* 1923): EXPERIÊNCIA DE AMOR E DEDICAÇÃO A TODOS, EXEMPLO DE CIDADANIA PARTICIPATIVA DE UMA DAS ITALODESCENDENTES EM SÃO JOÃO DEL-REI, MG.

José João Bosco Pereira

A vida da italo-brasileira Dona Belina Longatti Faccion: a mulher ternura e vigor, de mil talentos a favor da vida e do povo sofrido em São João del-Rei, MG. 28/02/2022.

“Não tem jeito de ser feliz sem Deus.” Belina Faccion (apud FERNANDES, Michele. Longatti, 2011, p. 4)

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Resumo

A obra presentifica a memória coletiva (27 p.) disponível e atualizada sobre Belina Longatti Faccion (nasceu em 1923) - "Hirundinus Dei"; a mulher ternura e vigor - como uma dos ícones italianos da caridade. A primeira biógrafa dela é Michelle Longatti, mestrado pela UFSJ (2011). Os italianos haviam chegado em São João del-rei, MG, vieram do Porto de Santos, SP. Chegaram no explanado do Matozinhos, depois virou bairro. Mas, é para a Colônia do Marçal, Benzo e proximidades, que os italianos velhos e vindos da Itália em 1920 se alojaram com as terras cedidas pelo Governo Brasileiro através da municipalidade. No ambiente familiar rural rústico, Belina Longatti Faccion não poderia desenvolver mais seus talentos e poder estudar. Daí a mãe a levou e foram morar na cidade. Na rua das Fábricas ou Av. Leite de Castro, cidade acima, conheceram o Padre Francisco e outros, que as acolheram e tiveram maior apoio afetivo e católico. A menina “crescia em idade, graça, beleza, sabedoria” O casamento com Alberto Faccion não deram ao casal católico filhos. Então, diante das necessidades de parentes próximos cujos filhos ficaram sem pais, Belina e Alberto resolveram em comum acordo adotar. E a vida do casal se acertou muito. Vieram a casa melhor, carro, emprego na Fábrica de Tecidos. Celebraram 59 de casados. Adalberto veio a morrer de repente em 11 de maio de 2002. Sabia acolher os pobres todos, mulheres sofridas, crianças desnutridas, idosos abandonados. Planejava, orava, ria e chorava com todos, mas fazia tudo virar belo e novo como as suas mãos de mãe, católica praticante, tolerante com todos... Ouvir e aconselhar é sua especialidade pois tem muita boa palavra a transmitir e fruto de longa vivência com seus 100 anos de vida. É o Evangelho vivo “para todos e com todos, para atrair o maior número de pessoas a Jesus:a sorrir e a chorar como os que sorriem e e a chorar com os que choram” – como nos ensinou São Paulo, o Apóstolos dos povos não judeus. Pois, o que lhe importa mesmo é o ser humano como rosto da presença divina na terra. O pobre é nosso irmão que nos abre a porta do céu! Jesus se fez pobre sendo rico para nos ensinar a viver o amor e o perdão, a transcender o ódio e a egolatria.

Palavras-chaves: memória coletiva, ítalo-brasileiro, solidariedade, são-joanense.

J B Pereira
Enviado por J B Pereira em 22/02/2023
Código do texto: T7725634
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