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SOCIALISMO FABIANO: O IMAGINÁRIO TEMERÁRIO DA ENGANAÇÃO

SOCIALISMO FABIANO: O IMAGINÁRIO TEMERÁRIO DA ENGANAÇÃO

Você que ouve falar, sabe o que é realmente essa chafurda supostamente ideológica ???  Socialismo Fabiano seria, teoricamente, (sempre teoricamente), a pedra burilada do socialismo das cavernas, do socialismo da Idade da Pedra da ex-União Soviética troglodita. O aperfeiçoamento do stalinismo leninista, trotskista, falacioso, discursivista e, como todo socialismo atual: gramscista e genocida.

Como o Zé Coisinha encarcerado em suas frustrações, Gramsci, querendo a qualquer custo se vingar da sociedade humana enquanto um todo, criou uma teoria para revolucionários de todos os modelos, tipologias e patologias. Se o capetalismo era o responsável por tudo de ruim que acontecia no mundo, então, seria responsável também pelos distúrbios psicológicos e anomalias. Enfim: tudo de ruim se devia ao capetalismo.

Urgia e rugia o leãozinho Gramsci dentro de sua cela em favor de todos os irrecuperáveis cidadãos do mundo capetalizado. Os revolucionários da Nova Era precisavam da Revolução Cultural com vistas à implantação do marxismo em todos os buracos de rato do mundo. Seria a redenção da “zhumanidade”. Uma vez implantado o socialismo científico a “zhumanidade” viveria de alegrias e sorrisos compartilhados entre as oligarquias da escravização: Sarneys, Collor, FHC, Renans, Mendes, Marinhos, Neves...

Era preciso que o marxismo cultural cantasse e popularizasse esses “zheroi” do socialismo Fabiano. Caetano Veloso, o frango veloz dos terreiros baianos, com sua vozinha maviosa e benquista por todos os “trans”, gayzistas e “zintelectual” nacionais, hipnotizava subliminarmente a seus fãs, juntamente com os Chicos Malandros e os Gil da MPB, cacarejando via emissoras de rádio, bolachas de vinil, vitrolas e CDs nas salas de jantar, seus hinos de meninos terríveis do marxismo cultural nacional. Musical.

“Le Enfant Terrible”, o principal Macunaíima do tropicalismo musical binacional Pindorama/Cuba, Caetano, caminhava contra o vento, sem lenço sem documento, num sol de quase dezembro na Avenida Rio Branco. Desceu até o cine Paissandu pelo Catete. Fora ver o lançamento do filme de Godard. Chorou ao pensar no leãozinho preso, o sociopata Gramsci, um dos motivos de seu Cancioneiro Tropical da Revolução Cultural.

Dessa forma surgiram os versos originais que ele cantarolava: — “Gosto muito de te ver, leãozinho/Caminhando sob o sol/Algures/Depois de sair da penitenciária de Turi/Gosto muito de te ver, leãozinho/Para desentristecer, leãozinho/O meu coração tão só/Basta encontrar você no caminho/irmos juntos/De mãos dadas/Ver o filme de Godard”.
 
A letra, posteriormente modificada e cantada do Caburaí ao Chuí. Os menestréis da futura Idade das Trevas brasileira (os dias atuais), faziam sucesso nas emissoras de rádio que disseminavam o marxismo cultural via também programas de TV. “Les Enfants Terribles” da MPB faziam as mocinhas dos auditórios com seus saiotes minissaias, vestidos, croppeds e biquínis tomara que caia, encantarem-se com as perversões sonoras que não imaginavam socialistas.  Muito menos gramscistas. Ou Fabianas.

Os críticos e jornalistas da MPB ainda hoje babam frente a força musical do marxismo cultural. Parte dessa força possui suas origens no sincretismo religioso da umbanda, candomblé e catimbó. As minorias proscritas, a geração adamada no interior dos lares das famílias cristãs, as vítimas da pedofilia dos religiosos nos conventos e seminários. O Povo Brancaleone dos exércitos subdesenvolvidos, estava em ascensão.

Os excluídos do bolo da riqueza nacional na sociedade de consumo exteriorizam suas revoltas, ressentimentos históricos e emoções mal digeridas contra a política de mercado que gera riquezas. Esquerdopatas são presas fáceis dos globalistas e conglomerados da mídia unificada a serviço do egoísmo e da ambição descontrolada dos barões da New World Order. FHC/Lullalau são apenas fantoches menores desses interesses. E sabem disso. E fazem o jogo.

A sincronia entre as várias influências religiosas que originou o sincretismo nas denominações tipo umbanda, candomblé, catimbó, está exposta de modo simples. Este texto promove a compreensão de uma influência religiosa de origem africana que tem tudo a ver com cultura do marxismo Fabiano no Brasil dos terreiros e no país das sociedades ditas secretas que influenciam seus membros na valorização da cultura muçulmana da Xaria de forma muito, muito velada, mas associada aos interesses da Nova Ordem Mundial no Brasil. Daí a MPB e os Chicos Malandros, os Caetanos e Gil que inseriram no sangue nacional o marxismo cultural como se estivessem apenas cantando.


Decio Goodnews
Enviado por Decio Goodnews em 13/01/2018
Reeditado em 14/01/2018
Código do texto: T6225115
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Sobre o autor
Decio Goodnews
São Paulo - São Paulo - Brasil
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