DOIS LADOS DE UMA RUA QUE TODOS PRECISAM PASSAR

Existente na civilização nos primórdios paralelos ao do homem, sem um milímetro atrás ou na frente, a mulher não consegue equilibrar ao longo de centenas de milhares de anos por gerações, a balança da igualdade de gênero por razões múltiplas e inexplicáveis perdendo e ganhado revezes na natureza humana. Pelo que vemos, perdendo em grau maior.

Os avanços aparentemente robustos, mas ainda tímidos de proteção à mulher dão conta que serão incontáveis batalhas onde ninguém vencerá essa guerra por pura falta de discernimento sobre o que seria viver em paz, ora perdendo ora ganhando espaço dentro de um convívio que de uma ou de outra forma terá que existir. Afinal, mulheres não podem declinar de homens ou vice e versa. A natureza de um e de outro nunca será definida por leis ou determinismos políticos que acertam em não flertar com vontades e até apoia-las, mantendo longe de insatisfações.

Assim, pela lei esse caso socialmente solucionado não entra na briga de homens e mulheres que seguem as últimas como o lado frágil e de fato sempre sofrendo agressões de pares masculinos, muito deles irascíveis. Todos os métodos punitivos poderiamser permeados por um carater educativo, uma forma de exposição de todos os homens homens agressores o que de alguma maneira faria justiça aos que não procedem com as mulheres de forma desrespeitosa. Precisa existir respeito aos homens, sepanrando em julgamento destes dentre os agressivos impondo culpabilidade apenas a estes.

A mulher deve ser sempre amparada na ótica protetora dos setores sociais todos eles. Mecanismos de proteção precisam ser cada vez mais ampliados. Pois com tantas medidas protetivas pergunta-se porque as agressões continuam e podem até multiplicarem-se? Onde estão as mulheres? Na passividade ao cruzarem na rua com homens, em casa ou na familiaridade como esposas, filhas, irmãs, namoradas e sogras de homens. A possibilidade de violência contra a mulher é uma brecha que entra por ali e deve ser vigiada o tempo todo. Tais Agressões podem até ser coercitivamente coibidas por lei, mas sabemos que não é automatica.

Dizer que toda historia tem dois lados é uma falácia porque vemos sempre mulheres sendo agredidas em todas idades e classes sociais. A lei precisa ser muito severa, atuar pra valer. Mantidas as leis, os melhores resultados ainda poderiam ser um grande abraço transformando com o tempo em amnésia necessária, muitos desconfortos e maldades do passado buscando melhorias no presente e no futuro. E quem estiver fora de tal abraçopreferindo a truculencia, a esses sim, sem piedade o rigor da lei. A mentalidade humana não se emenda, e muitos homens ainda é vestem a carapuça, alguns nunca a retiram, qualquer que seja o efeito legal contra ele. Percebemos que a triste sina destes atritos nas diferenças de gênero não tem data para acabar Mas devemos buscar de forma constante, um esforço para tal.

Pacomolina
Enviado por Pacomolina em 17/11/2020
Reeditado em 23/04/2022
Código do texto: T7113519
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