Moisés e sua estranha justiça

"Porventura, falareis perversidade em favor de Deus e a seu favor falareis mentiras? Sereis parciais por ele? Contendereis a favor de Deus?" (Jó 13:7,8).

MOISÉS

Moisés nasceu em 1523 a.C.; e morreu um mês antes de 1403.

Em 1483, Moisés assassinou um egípcio, de forma PREMEDITADA e ocultou o cadáver dele na areia (Êx 2:12).

Moisés, embora hebreu de nascimento, era até então, príncipe egípcio, pois, fora adotado pela filha do Faraó (Êx 2:10).

Esse assassinato perpetrado por Moisés, tem os seguintes agravantes: 1) premeditação 2) ocultação de cadáver com o fito de escapar da Justiça 3) "abuso de autoridade".

Moisés prevaleceu-se de sua condição de príncipe egípcio para assassinar um subalterno seu (A imagem deste assassinato é bem nítida: o egípcio fica imóvel e submisso diante de Moisés.

Moisés tem todo o tempo disponível, a ponto de olhar para uma e outra banda para ver se não vinha ninguém... e a sangue-frio executa mortalmente ao egípcio (Êx 2:12).

E é este Moisés que dará o decálogo para o seu povo, 40 anos depois, onde uma destas leis diz: "Não matarás".

No outro dia, um hebreu, que espancava o seu próximo, reagiu contra a admoestação de Moisés, taxando-o de assassino.

Faraó veio a saber deste assassinato e sentenciou Moisés a morte (Êx 2:15).

Então, Moisés fugiu para Mídiã, onde ficou mais 40 anos, e ali casou-se com Zípora, filha do sacerdote midianita Jetro (Reuel).

Moisés aprendeu com o seu sogro Jetro, todos os estatutos e as leis sociais e religiosas dos midianitas, inclusive o culto a Deus (Êx 18:12,20).

E todo este ensinamento que recebeu, Moisés aplicou ao seu povo, os israelitas. Tais ensinamentos são conhecidos como as leis mosaicas que estão inseridos nos cinco livros do Pentateuco bíblico.

Moisés foi educado em todas as ciências (astrologia) dos egípcios (At 7:22,23).

As tábuas da Lei que continham os Dez Mandamentos (Decálogo), recebidas por Moisés de Deus no monte Sinai tem um teor diferente das leis sociais, somente para os israelitas.

E o fundamental para se cumprir este Decálogo, Jesus resume num só mandamento, na Lei do Amor (Mateus 22:37-40, João 15:12).

Jesus não veio para revogar este Decálogo, mas, para cumpri-lo, e cumpriu-o plenamente, pelo imenso amor que dedicou-nos em sua vida e morte. Sem amor não se pode cumprir este Decálogo.

As leis mosaicas eram antigas e estavam prestes a desaparecer, como de fato foram revogadas em Cristo, mas, o Decálogo não! (Hb 7:18,19, 8:13)

Em 1499, o reino de Creta foi totalmente destruído por um fenômeno cosmológico. Neste mesmo ano, segundo os gregos, Vênus “saltou” da cabeça de Júpiter, e, a cidade de Atenas foi fundada.

Atenas, tanto quanto Minerva, são os nomes gregos da deusa de Vênus.

Moisés, com a idade de 120 anos, morreu no cume de Pisga, ou monte Nebo (Vênus), no penúltimo mês de 1404 a.C.; e ele foi sepultado pelo Senhor num vale defronte de Bete-Peor (Dt 25:3,18 34 , Jd 1:9).

Moisés nasceu, viveu e morreu coincidentemente com os 15 ciclos octogonais de Vênus e Terra.

A coligação dos hicsos (Sl 83:2-8) dominava e governava o Egito quando Moisés nasceu. Esta coligação (da qual os idumeus faziam parte) odiavam os israelitas, e afogaram no rio Nilo todos os meninos recém nascidos, em 1523 a.C.

Episódio semelhante ocorreu no nascimento de Jesus, quando o rei Herodes, idumeu, mandou matar todos os meninos menores de dois anos em Belém.

Dizem os comentaristas judeus da Torá, que Moisés desejou ser sepultado frente à Bete-Peor, como uma forma de expiação pelo pecado do povo israelita, quando se prostituíram com as filhas dos moabitas, em Sitim, e sacrificaram holocaustos aos deuses delas.

Este local, Bete-Peor, era um centro de adoração a falsos deuses.

Os moabitas cultuavam e adoravam a Baal-Peor, que era o nome do deus de Vênus.

Como castigo, morreram de peste 24.000 israelitas, fora os que foram enforcados em Sitim, por ordem de Moisés (Nm 25).

Moisés morreu no monte Nebo, que era o nome do deus de Vênus, entre os horeus.

A Bíblia diz que o corpo de Moisés foi disputado entre o arcanjo Miguel (Vênus) e o diabo (Jd 1:9).

Este diabo dos dias do Êxodo era chamado de Seth pelos egípcios; de Satã, Satanás e Azazel pelos hebreus; de Apep, Aphopis pelos hicsos.

Este diabo era o planeta Seth que foi estraçalhado por Vênus, e seus detritos seguiram a Vênus, em forma de duas caudas ou colunas.

Seth era o quarto planeta, e girava entre as órbitas de Marte e Júpiter.

Milhares de asteroides deste planeta Seth continuam a girar ainda hoje, entre Marte e Júpiter e são chamados de "cinturão de asteroides".

Vênus e Seth (antes de ser destruído) eram as duas "estrelas da manhã" por volta do ano 1931 a.C. (Jó 38:7).

Mas por que, após 40 anos de peregrinação e sofrimento no deserto, os israelitas voltaram a pecar por idolatria, já à entrada da Terra Prometida?

A antiga geração, que adorará o bezerro de ouro, no primeiro ano da saída do Egito, havia toda ela perecido?

A nova geração estava repetindo o mesmo erro? Ou seria o restante da velha geração que voltou a pecar por idolatria?

Sobre isto é dito:

“e abandonou a Deus, que o fez, desprezou a Rocha da sua salvação. Com deuses estranhos o provocaram a zelos, com abominações o irritaram. Sacrifícios ofereceram a demônios, não a Deus; deuses que não conheceram, novos deuses* que vieram a pouco, dos quais não se estremeceram seus pais (Abraão, Isaque e Jacó) ...Porque um fogo se acendeu no meu furor e arderá até o mais profundo do inferno (do abismo, conforme a Torá), consumirá a terra ...” (Dt 32:15-17,22).

* Estes "novos deuses" dos hebreus no Êxodo eram Vênus e a coluna dupla que seguia Vênus, que era os destroços de Seth (que eram os deuses Baal e Seth).

Esta coluna ou cauda dupla possuía um núcleo, e este núcleo trocava elétrons com o núcleo de Vênus, e como num curto circuito, a cauda dupla estremecia e se contorcia, fazendo esta cauda parecer como uma serpente.

E isto apavorava os moradores da Terra.

A maioria dos povos ofereciam holocaustos a Vênus: os maias à sua "serpente emplumada" chamada Kulkukan; os egípcios à Seth; os hicsos à Apep; os babilônios à Tiamat; os persas à Arimã; etc.

Vênus feria a cabeça de Seth (núcleo da cauda dupla que eram os destroços de Seth); e Seth, por sua vez, feria o calcanhar de Vênus .

Isto era a materialização ou sombra (analogia) da luta espiritual de Cristo Jesus e a serpente diabólica (Gn 3:15).

O ALTAR DO INCENSO

O altar do incenso que Moisés mandara fazer, era de madeira de acácia, medindo 44cm de comprimento, 44cm de largura, e 88cm de altura, e tinha quatro chifres (Vênus tinha dois chifres).

E sobre estes chifres se fazia, com sangue de bode, a expiação dos pecados do povo (Êx 30:1-10).

"Mas o meu chifre tu exaltarás como o chifre de um unicórnio; serei ungido com óleo fresco" (Sl 92:10 - Bíblia King James - fiel/1611).

"E farás os seus chifres sobre os seus quatro canto (do altar); os seus chifres serão do mesmo (de cada canto), e o revestirás de bronze" (Êx 27:2).

Possivelmente, esse altar era o tabernáculo de Sicute, do que nos fala o profeta Amós.

"Oferecestes a mim, sacrifícios e ofertas no deserto por quarenta anos, ó casa de Israel? - Antes carregaram o tabernáculo do vosso Moloque (Sicute), e a estátua das vossas imagens (Quium), a estrela do vosso deus, que fizestes para vós mesmos" (Amós 5:26 - Biblia King James - fiel/1611).

Por outro lado, há de se perguntar: por que o Moisés descrito pelos deuteronomistas, tão zeloso contra a idolatria, permitiu que os israelitas transportassem esse altar ou os altares de Sicute, Quium e do deus-estrela, Renfã, por quarenta anos no deserto?

A aparência de Vênus e suas duas caudas se assemelhavam a dois cornos ou chifres.

Vênus foi cultuada como um deus-boi, antes do dilúvio de Ógiges, e depois como uma deusa-vaca, no Egito.

Vênus era cultuada e adorada pelos pagãos, que a chamavam de "Astarote de Cornos", Moloque, Baalite e depois Baal-Zevuv (Baal das moscas), e Baal-Peor.

MOISÉS ADMITIA A IDOLATRIA ?

Moisés: "dois pesos e duas medidas"?

"Mas Deus se afastou e os entregou (aos hebreus) ao culto da milicia celestial..."

"Apresentastes-me, vós, sacrifícios e manjares no deserto (do Sinai) por 40 anos, ó casa de Israel? Sim, levastes Sicute (Moloque) vosso rei (os hebreus não tinham rei; e quem reinava sobre eles era Vênus), Quium, vossa imagem, e o vosso deus-estrela (Saturno), que fizestes para vós mesmos. Por isso vos desterrarei para além de Damasco (Babilônia), diz o Senhor, cujo nome é Deus dos Exércitos (das milícias celestes... de todos os astros que há no ceu)." (Amós 5:25-27, Atos 7:42-43).

Quando os hebreus confeccionaram a imagem do bezerro de ouro, o fizeram por consentimento e pelas mãos de Arão; sacerdote e irmão de Moisés.

Moisés, vindo do monte Sinai indignado contra aquela idolatria, destruiu e transformou aquela imagem em pó, e deu-a com água, e fez todo os idolatras bebê-la.

Moisés mandou que cada um dos levitas que se puseram do seu lado, matasse a seu filho, ao seu irmão, ao seu amigo e ao seu vizinho que tivesse idolatrado.

Morreram 3.000 homens; mas, Arão, irmão de Moisés, e o responsável por aquela idolatria, nada sofreu (Êx 32)...

... dois pesos e duas medidas?

Moisés fez uma imagem semelhante a uma serpente abrasadora, e a pôs sobre uma haste, afim de que todo o israelita mordido pelas serpentes do deserto, olhando para aquela imagem, fosse curado.

Esta serpente abrasadora era semelhante a Vênus, que visto da Terra tinha a forma de uma serpente se contorcendo.

Por 731 anos os israelitas cultuaram esta imagem, que chamavam de Neustã, feita por Moisés.

Em 712 a.C. o rei Ezequias fez em pedaços àquela serpente de bronze, símbolo da idolatria dos hebreus (2Rs 18:4, 2Cr 29:3), dando início a reforma deuteronomista, que teve o seu ápice no séc.5ºa.C. e que culminaria no ortodoxismo judaico (judaísmo).

NENHUM DEFICIENTE PODIA SER SACERDOTE

Na lei de Moisés os deficientes físicos, tais como: cegos, coxos, rosto mutilado, desproporcionados, pé e mão quebrados, corcundos, anões, etc., não podiam ser sacerdotes (Lv 21:17-20).

Isto para nós hoje, 3415 depois de Moisés, nos parece uma justiça muito estranha.

Reflexão:

"Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos... diz o SENHOR" (Is 55:8).

"Quem pode perscrutar o Espírito de Deus senão o seu próprio Espírito Santo?" (1Co 2:11,14 , Rm 11:34 , Is 40:13)

"Quem é semelhante ou maior do que Deus para que Ele tenha que prestar conta de seus atos ?"

Reflexão 2:

Não importa as restrições que eu possa ter sobre Moisés.

Não importa o conceito que os inimigos de Israel façam sobre Moisés.

Não importa, nem mesmo, o conceito que os judeus e seus amigos façam sobre Moisés.

O que realmente importa é o conceito que Deus tem de Moisés... e este conceito segundo o que nos relata o Espírito de Deus na Bíblia ... é muito bom... Deus amou Moisés de um modo muito especial.

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Darci Ubirajara
Enviado por Darci Ubirajara em 04/12/2010
Reeditado em 16/01/2020
Código do texto: T2653640
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