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PAPA-FIGO: RESISTÊNCIA DA IMPRENSA ALTERNATIVA EM PERNAMBUCO

Resumo

O registro da imprensa alternativa e a trajetória do mais conhecido jornal alternativo de Pernambuco, o Papa-Figo é feito neste trabalho, a partir da revisão de literatura e de entrevistas com o seu fundador e com profissionais que ajudaram a dar e manter a vida do informativo, criado em 1985. É um estudo de caso, onde são mostrados alguns episódios do dia a dia do jornal, que optou pela linha crítica-humorística onde os personagens da política, da economia e da sociedade pernambucana são priorizados. Apesar da periodicidade irregular, o informativo é sempre lembrado e procurado nos pontos de distribuição, mostrando que a crítica, a sátira e o (bom) humor continuam na ordem do dia do leitor.

Palavra-chave: Comunicação Alternativa. Crítica. Imprensa. Papa-figo. Sátira.

Introdução

A relação governo-imprensa no Brasil sempre foi conturbada e pouco pacífica por conta do autoritarismo, da perseguição política, da tentativa de controle e da censura imposta aos veículos de comunicação que não seguiam a mesma corrente de pensamento dos governantes. Foi a partir da censura, do pouco espaço e da falta de oportunidade para se expressar que surgiu a imprensa alternativa, também chamada de independente, popular e imprensa nanica – este último termo cunhado pelo escritor João Antônio ao fazer alusão ao episódio bíblico de Davi e Golias (AGUIAR, 2008, p. 237).

É bom lembrar que a imprensa brasileira surgiu, justamente, com um jornal alternativo, o “Correio Brasiliense”. Fundado em Londres (Inglaterra), em 1808, pelo maçom Hipólito José da Costa Pereira Furtado de Mendonça, o jornal tinha como um dos seus principais objetivos lutar pela independência do Brasil (Idem, p. 234).

Ao longo da história brasileira, diversos jornais alternativos surgiram e, coincidentemente, em oposição aos governos: o “Jornal dos Tipógrafos” (1858), durante o Império; “A Manhã” e “A Manha”, durante a Primeira República; “Binômio”, fundado em Minas Gerais (1952) para se contrapor ao governo do presidente Juscelino Kubtschek, que tinha como slogan o “binômio energia-transporte” (KUCINSKI, 1991), “Brasil Urgente”, editado no ABC Paulista antes do golpe militar de 1964, o “Pif-Paf”, criado por Millôr Fernandes logo após o golpe, e o “Opinião” entre tantos outros.

Nos quinze anos de governos militares no Brasil (1964-1979), foram criados cerca de 160 jornais alternativos: culturais, satíricos, políticos, classistas, ecológicos e feministas. Mas todos tiveram vida curta. A maioria não conseguia passar de duas ou três edições e fechava as portas (KUCINSKI, 1991), o que leva Aguiar (2008) a afirmar que:

Os alternativos são o exemplo de uma característica da vida cultural brasileira: a continuidade na descontinuidade. Isto é, os jornais e revistas surgem, duram relativamente pouco tempo, uns mais, outros menos, mas sempre estão de volta, e às vezes quando menos se espera. (AGUIAR, 2008, p. 235).

Mas é na imprensa alternativa, veículos que estão fora do campo da mídia industrial, onde existem espaços mais democráticos e de onde os profissionais liberais, os jornalistas e os movimentos sociais procuram cobrir e valorizar fatos ignorados pela mídia dominante. Os alternativos procuram repassar informações desvinculadas e independentes das pautas tradicionais, construídas pelos grupos hegemônicos de comunicação ou pelos poderes constituídos.

Na mídia alternativa procura-se afastar a passividade da informação – e nela também não há imparcialidade. Por isso, muitas vezes, é associada a grupos e correntes políticas de esquerda. De acordo com Aguiar:

Graças à ditadura militar de 1964, o conceito de alternativo ficou associado a uma posição antigovernista generalizada (...) Na história brasileira (...) seriam jornais que se oporiam ou se desviariam das tendências hegemônicas na imprensa convencional. (AGUIAR, 2008, p. 235-236).

Downing (2002) lembra que as mídias alternativas têm em comum o fato de romperem regras, de se opor à estrutura do poder e de buscar apoio e solidariedade a partir da construção de uma rede de relações contrárias às políticas públicas.

A sátira

Uma das formas de questionar, criticar e se opor aos poderes constituídos é utilizando o humor. Ao longo da história brasileira existiram  diversos periódicos humorísticos, entre eles o semanário “A Manha” , de Apparício Torelly e o “Barão de Itararé” , fundado em 1926. Tornou-se, na época, o mais popular jornal de humor do país. Mas “O Pasquim”, criado em 1969, é considerado um dos jornais alternativos mais importantes do Brasil e uma das mais bem-sucedidas experiências do jornalismo alternativo. De todos, foi o que teve vida mais longa: circulou até 1988, durante quase vinte anos.

O semanário tinha na sua equipe, profissionais como Millôr Fernandes, Jaguar, Henfil, Glauber Rocha, Sérgio Noronha e Tarso de Castro. Trazia nas suas páginas textos políticos sobre cultura e humor. As críticas e protestos eram feitos através de sátiras.

Mais recentemente, em junho de 1999, foi lançada a revista “Bundas”, que satirizava o jornalismo feito pela revista “Caras”. O seu carro-chefe eram as críticas sociais e políticas, a sátira aos problemas do Governo Federal e ao então presidente da República, o social democrata Fernando Henrique Cardoso. O projeto não conseguiu se firmar e a revista, com tiragem semanal, circulou menos de dois anos.

Imprensa alternativa em Pernambuco

Nas duas primeiras décadas do século XX, foi registrada a fundação de quase cem periódicos  no Recife (PE). Eram jornais com tendências claras, alguns ligados a partidos políticos e grupos empresariais; defendiam as administrações federal e estadual; outros faziam oposição aos regimes vigentes. Havia também periódicos que se posicionavam em defesa de alguma classe profissional ou social e criticavam decisões contrárias aos interesses daqueles grupos. Existiam ainda os que se denominavam apartidários, mas nenhum deles se definia como neutro. Em 1940, apenas dez (jornais) continuavam em atividade, mostrando que os governos que se sucederam eram implacáveis com a imprensa.

Em 1985, depois de 21 anos de ditadura militar, quando se consolidava o que se chamou de “abertura política”, Pernambuco contava apenas com três grandes jornais , ligados a grupos empresariais de comunicação. Os poucos periódicos independentes lutavam para não desaparecer como ocorreu com tantos outros.

No período da redemocratização do Brasil (transição do Regime Militar para o governo civil) entre os anos de 1979 e 1985, surgiram diversos jornais alternativos no Recife (PE), entre eles “O Rei da Notícia”, “O Povão”, o “Folhetim Humorial” e o “Papa-Figo”.

“O Rei da Notícia” era um periódico anarco-harmorial editado por Clériston Andrade , que tinha entre outros parceiros Geneton Moraes Neto  e Amin Stepple . “O Povão” foi criado em 1980, com edição quinzenal. A sua linha editorial era essencialmente política. Tinha como editores os jornalistas Marcelo Mário Melo  e Paulo Santos, filiados ao recém-criado Partido dos Trabalhadores (PT). Circulava nacionalmente. Inicialmente, com uma tiragem de 15 mil exemplares; depois reduzida para 10 mil exemplares.

O jornal teve vida curta. Apesar da suspensão oficial da censura ter ocorrido no final dos anos de 1970, a perseguição ainda existia contra os veículos de comunicação que tinham linha editorial contrária, pouco simpática ou desfavorável ao governo. Em de junho de 1980, os atentados a bomba contra os alternativos e as bancas de jornal assumia caráter de campanha. Em agosto, inúmeras bancas, em várias capitais brasileiras, foram incendiadas e os jornaleiros começaram a recusar os alternativos (KUCINSKI, 1991).

“O Povão” fechou depois de um ano de circulação, em 1981, por conta da censura e do clima de terror. De acordo com Marcelo Mário Melo:

"Quando houve a expulsão do Padre Vito Miracapillo, por iniciativa de Severino Cavalcanti, que era deputado estadual aqui, Padre Reginaldo Veloso fez um hino de solidariedade a Vito Miracapillo e eu publiquei trechos deste hino. (...) O jornal foi recolhido nas bancas. A Polícia Federal chegou e pegou os jornais. (...) A gente tinha distribuído menos de mil nas bancas e eu estava com os 14 mil. Eu peguei o vigia do jornal e mandei esconder. Quando a Polícia Federal chegou não tinha mais nada. A gente distribuiu depois, por fora" (MELO, 2005, apud GREGO e LIRA, 2006).

 O outro jornal criado na mesma época, o “Folhetim Humorial” (1980), era editado pelos cartunistas Lailson , Clériston e Humberto . Estava direcionado a satirizar o cotidiano dos políticos e personalidades das áreas econômica e social, local e nacional. Também teve vida breve e encerrou as atividades depois de apenas quatro meses de circulação.

O Papa-Figo sobrevive

O Papa-Figo nasceu em 1976, pelas mãos de RAL , Paulo Santos e Bione; depois incorporou Lailson e Clériston. A idéia era fazer um jornal de notícias, irreverente, mas com a linha ideológica em que os editores acreditavam:

A escolha do nome do jornal ocorreu a partir de uma idéia grupal, quando fomos convidados a criar uma página de humor para o tablóide recifense Jornal da Semana (...) Quando começamos, a ditadura já definhava, vítima de sua própria estupidez - característica, aliás, de toda ditadura. Éramos três garotos que amávamos os Beatles, os Rolling Stones, Roberto Carlos e Waldick Soriano (...) Nunca tínhamos lido o Barão de Itararé nem assistido às películas dos Irmãos Marx. E, sem perceber, estávamos fazendo algo próximo ao que faziam, décadas antes, o implacável editor d’A Manha e os endiabrados criadores de Uma Noite na Ópera, Os Galhofeiros e No Tempo do Onça. (BIONE, 2009).

O jornal começou apenas como uma página de humor (frases e cartuns; não tinha textos longos) encartada no Jornal da Semana , passando depois a ser um encarte de quatro páginas em formato tablóide. Durou 33 números. Lailson lembra que, na época, as bancas de jornal colocavam a página do Papa-Figo logo de frente, como exposição, pois atraía mais atenção que o próprio jornal onde era publicado:

No início era um caderno de humor e não de crítica política e social. Como ainda se vivia no regime militar, o jornal abordava os assuntos de maneira comedida, criticando, por exemplo, a transformação da praia de Suape em um porto (o que viria a causar danos ambientais) e satirizando figuras em evidência na cidade do Recife, como o sociólogo Gilberto Freyre e o colunista Paulo Fernando Craveiro. O teatrólogo e ator José Pimentel, que tinha um programa de comentários sobre arte e cultura na TV, fez uma crítica ao Papa-Figo e tornou-se uma das vítimas preferidas do periódico. Era mais um jornal satírico de costumes. A sátira era muito urbana (LAILSON, 2009).

Junto com Paulo Santos - o grande motivador de todo o projeto - Lailson ilustrou sátiras em quadrinhos como "A Paixão do Recifense", na época da Paixão de Cristo. Também era ele quem sempre fazia a montagem final das páginas, que levava de motocicleta para ser encartadas no Jornal da Semana. “Sempre chegava nos minutos finais do segundo tempo da prorrogação. Não éramos remunerados, ninguém ganhava nada, era como um fanzine. Nessa primeira fase o jornal era anárquico, mas não escatológico” (LAILSON, 2009). Isso só veio a acontecer na segunda fase de vida do periódico (RAL, 2009).

Quando o Jornal da Semana encerrou as atividades, em 1983, o Papa-Figo passou a circular como um jornal independente, a partir de 1984. Não poupava ninguém; nas suas páginas falava-se mal de personalidades da sociedade, do governo (seja de direita ou de esquerda) e do próximo. Aliás, Bione (2009) faz questão de dizer que “o jornal não recebe dinheiro de ninguém para poder falar mal de todo mundo”.

Um ano depois o jornal virou uma página do Pasquim, editado por Jaguar, com o nome Papa-Figo:

Numa manhã, após um dos concorridos Seminários Nordestinos de Comunicação, Jaguar, que participava do evento, me ligou. Perguntou se eu toparia passar a inserir o Papa-Figo no contexto do Pasquim. Acertamos tudo e, a partir daquele momento, nós ganhávamos mais dimensão, ganhávamos o Brasil. Marcamos presença no Pasquim até o fechamento daquele saudoso jornal, que foi o marco do jornalismo brasileiro pós-golpe de 1964 (BIONE, 2009).

O jornalista José Teles , um dos editores na segunda fase do periódico costuma lembrar que o semanário quinzenal (sic) logo se tornou um órgão oficioso, vibrante e latejante da artéria ”. Era patrocinado pelas livrarias Livro 7 e Síntese e tinha entre os seus colaboradores diversos intelectuais, entre eles Paulo Caldas, Domingos Alexandre, Montez Magno, Marcos Cordeiro, Branco Patriota, Ismael Caldas, Luís Pessoa, Wellington Virgolino, Marco Pólo, Arnaldo Tobias, Mano Teodósio e Jaci Bezerra:

A febre do Papa-Figo se alastrou pelo Recife. Era lançado às sextas-feiras e a sua tiragem semanal bastante disputada nos caixas da Livro 7, nas estantes da Síntese e nos tabuleiros da loja de discos Allegro Cantante (...) Cada lançamento era uma festa. Qual o estudante da Faculdade de Direito, da Universidade Católica ou dos cursinhos que se multiplicavam no centro do Recife que não fazia do ‘Papa’ sua leitura de final de semana? (BIONE, 2009).

A etapa seguinte do jornal, já sem o Pasquim, foi circular num novo formato. O empresário Ricardo Costa, da Editora Raiz, sugeriu algumas mudanças. O jornal cresceu, virou tablóide e passou a circular com oito páginas, em vez das duas de tamanho A4 habituais. Essa aventura durou oito números. Os colaboradores RAL e José Teles tinham abandonado o projeto e passaram a ser colaboradores, juntamente com outros que apareceram, como Jaguar, Nani, Sávio Araújo, Pimentel, Amorim e Cervantes.

Nas páginas centrais, o periódico publicava sempre uma entrevista: por elas passaram Jaguar, Falcão, o comunista humanista Paulo Cavalcanti, o criador da Biodança, Rolando Toro; Lenine e o ator de teatro de revista Luís Lima.

Censura, medo e ameaças

Ao longo do tempo, o jornal enfrentou algumas resistências, desagradou muita gente, mas não fez inimigos. Na época da campanha presidencial de 1989, o Papa-Figo fez uma série chamada ‘Os presidenciáveis’, na qual publicava um perfil dos candidatos a presidente da República. Uma das manchetes ironizava o ex-governador de Alagoas, Fernando Collor de Mello: “Collor, o candidato que cheira bem” . Por conta disso o periódico recebeu algumas ameaças:

Tínhamos medo, mas nunca tivemos censura. Apesar de falarmos mal de todo mundo, não colecionamos inimigos. Pelo contrário, aparecer no Papa-Figo passou a ser sinal de status. A exceção foi Collor, que na época de candidato andou me ameaçando através de sua tropa de choque. Na época, o jornalista José Adalberto Ribeiro, que tinha uma coluna do Diário de Pernambuco, publicou a história da perseguição e eles pararam de me ameaçar. O Gustavo Krause  é outro que quando ouve o nome do PF vira Exu Caveira”. (BIONE, 2009)

O jornal também recebeu inúmeras críticas ao fazer homenagem às prostitutas no Dia das Mães e teve aprovado na Câmara da Cidade do Recife um voto de repúdio, a partir de um requerimento do vereador Vicente André Gomes, acusando o jornal de racista, por causa de uma matéria intitulada mais ou menos assim: “Negão incorpora Gilberto Freyre na África do Sul”.

Apesar das perseguições na década de 1980 e da falta de apoio financeiro dos órgãos oficiais, o Papa-Figo continua circulando, mesmo sem periodicidade definida. Já foram publicadas mais de 300 edições. “É alternativo até na periodicidade”, comenta RAL (2009).

Respeitadas as devidas proporções, o Papa-Figo é o Pasquim de Pernambuco. Há leitores que afirmam que o Pasquim era até mais ameno do que o periódico pernambucano. Tem uma versão on line . Em 2009 o jornal completou 25 anos e lançou “Papa-Figo – coleção (quase) completa de 300 números do jornal”.

Considerações Finais

O fechamento da maioria dos jornais alternativos surgidos em Pernambuco ao longo dos últimos 30 anos não sinaliza o fim da atividade na imprensa independente do Estado. Os grupos mantenedores desses periódicos nunca dispuseram de grandes estruturas e nem tinham recursos para manter os empreendimentos sem o apoio financeiro de órgãos públicos e da iniciativa privada.

Apesar do pouco tempo de vida, esses informativos desenvolveram papel importante na luta pela liberdade de imprensa e pela garantia ao direito do cidadão se expressar. Cada qual a sua maneira, resistiu às dificuldades e à censura que, teoricamente, já deveria estar extinta naquela época, e cumpriu a função de passar adiante as suas ideias e opiniões.

A sobrevivência do Papa-Figo não se explica, a não ser pela alternativa diferenciada do seu conteúdo, pelas pautas diversificadas, pelos temas que aborda e pelas críticas que continua fazendo a tudo e a todos. Satiriza o cotidiano e a sociedade. Assim, esforça-se para não ser apenas um folheto inútil, que não serve absolutamente para nada.

O jornal, apesar da irregularidade na periodicidade – que até se justifica se levarmos em consideração o argumento de Aguiar (2008), registrado no início deste trabalho – não perdeu a sua essência, o seu princípio e o ideal de opor-se e contestar discursos oficiais e conservadores mantidos pelos grupos hegemônicos de comunicação. Apesar de jornal não ser a paixão preferida do brasileiro, não é verdade dizer que ninguém gosta, nem lê jornal neste país. O Papa-Figo continua sendo lido e conserva um grande número de fãs.

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SODRÉ, Nelson Werneck. História da Imprensa no Brasil. 4. ed. Rio de Janeiro: Mauad, 1999.

Entrevistas

ARAÚJO, Humberto – entrevista não estruturada concedida ao entrevistador, em setembro/2009
BIONE, Manoel – entrevista não estruturada concedida ao entrevistador, em outubro/2009
CAVALCANTI, Lailson de Holanda - entrevista não estruturada concedida ao entrevistador, em outubro/2009
LIMA, Romildo Araújo, RAL - entrevista não estruturada concedida ao entrevistador, em outubro/2009
TELES, José - entrevista não estruturada concedida ao entrevistador, em novembro/2009
ALEXANDRE ACIOLI
Enviado por ALEXANDRE ACIOLI em 14/07/2013
Reeditado em 08/01/2018
Código do texto: T4386478
Classificação de conteúdo: seguro

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