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Quinta-feira, 30 de Agosto de 2007


Academia de Formação da Escola de Formação de Oficiais da Polícia Militar de Santa Catarina - Turma de 1967 - Florianópolis + Laércio Beckhauser

Academia de Formação da
Polícia Militar de Santa Catarina


Cadetes Fpolis - SC - 1967
Esta turma de 1967 se formou em 1970 = Aspirantes a Oficial da PMSC

 
Laércio Beckhauser e os cadetes amigos da PMSC = Florianópolis - SC

 
Laércio Beckhauser na Academia de Oficiais da Escola de Cadetes da Polícia Militar de Santa Catarina - Em Florianópolis - no Baile da Festa de entrega do espadim.

Aos fundos:
Miss Brasil (Srta. Rainatto- PR) e diversas madrinhas (namoradas, irmãs, etc. ... dos cadetes da PMSC).

Local da Foto : Clube 12 de Agosto - Centro de Florianópolis - SC.



"Crônica da SAUDADE da juventude militar"

Aqui, na foto, cadetes da Polícia Militar de Santa Catarina, lamentavelmente, morreram jovens, por causas variadas, quando já eram oficiais da PMSC, em datas diversas.

Saudades eternas e lembranças da Juventude.

Estes quatro alunos-oficiais formavam um "unido grupo" em atividades militares, sociais e festivas na época da Escola de Formação de Oficiais, em Florianópolis.


Todos casaram, tiveram filhos e atualmente somente o Beckhauser reside em Joinville - SC.

Os outros três alunos oficiais da foto QUE JÁ FORAM PARA OS PÁRAMOS CELESTIAIS, Eyng, Jair e Abreu, deixaram descendentes que residem, a maioria, na cidade de Florianópolis - SC.

.....................................................

Na foto:

Celito Pedro Eyng (Forquilhinha - SC), Laércio Beckhauser (Blumenau - SC), Jair Wolff (Baln. Camboriú) e Moacyr Abreu (Santo Amaro da Imperatriz - SC).

Local da foto: Quartel Geral = QG - centro -Fpolis - SC

www.laerciobeckhauser.com



Foto dos amigos do Laércio Beckhauser, que já se encontram nos páramos eternos e etéreos...
Beckhauser aqui ainda está, contando a sua história...

Cadete = Aluno da Escola de Formação de Oficiais da PMSC = Florianópolis - SC


Laércio Beckhauser


Um pouco de História
 

A situação

A Polícia Militar de Santa Catarina foi criada quando o Brasil tinha apenas 13 anos de idade como nação independente e a população de Desterro - hoje Florianópolis - em sua maioria ainda andava descalça ou, no máximo, usava tamancos.

A Força Policial, como se chamava então, embora nascendo numa província muito atrasada em relação a outras do País teve, desde o início, uma importância maior. Afinal, a costa catarinense - principalmente a Ilha de Santa Catarina - era considerada ponto estratégico militar, quando todas as nações tinham interesses dirigidos para a América do Sul.

Essa era, portanto, a situação da Vila de Nossa Senhora do Desterro, quando Feliciano Nunes Pires, presidente da província, criou a Força Policial, em maio de 1835.


O início

A Corporação enfrentou sérias dificuldades já durante os seus primeiros anos.

Além do pequeno efetivo e da falta de verbas, a Corporação era obrigada, também, a defender as comunidades próximas dos constantes ataques dos índios e a preservar a segurança do patrimônio dos cidadãos.

A eclosão da Revolução Farroupilha, em Laguna e Lages, exigiu o aumento do contingente, diante da possibilidade muito séria de também a Capital ser invadida pelas tropas gaúchas dos Farrapos. Era o episódio heróico de Anita e Giuseppe Garibaldi visto pelo outro lado - o monarquista.

Em 1860, os relatórios chamavam a atenção para a inexistência de um Quartel para a Força Pública, que tinha a sua apertada sede numa das salas térreas do Palácio do Governo, na praça principal do povoado.


A Guerra contra o Paraguai

Cinco anos depois, o Brasil estava no auge da Guerra contra o Paraguai e - como aconteceu em todas as províncias - a de Santa Catarina também forneceu homens para lutar ao lado dos exércitos Argentino e Uruguaio.

Corria o ano de 1888, quando a Força Policial se viu obrigada a mudar a sua sede. O local escolhido foi o chamado Mato Grosso, no prédio onde funcionou o Liceu Normal Literário e onde está até hoje. Isso, apesar dos gritos da imprensa e dos deputados províncias, pelo fato da Força Policial estar deixando o centro do povoado e mudando-se para os arrabaldes.

Ao longo de todo esse tempo, a Polícia Militar atravessou vários períodos marcantes, desde a Proclamação da República. Durante as revoluções de 1924 e 1930 - numa tentativa de dificultar a invasão da Ilha pelas tropas lideradas por Getúlio Vargas - tirou todas as tábuas do piso da Ponte Hercílio Luz, que liga a ilha ao continente.


Os dias de hoje

Hoje, 171 anos depois, a Polícia Militar é presença em todo o território catarinense, contribuindo, efetivamente, não só para a segurança, como para a preservação da cultura e das tradições de Santa Catarina. É considerada uma corporação modelo, modernizando-se nas ações de prevenção, segurança e proteção à comunidade catarinense.

À violência do mundo moderno, contrapõe com a implantação de uma filosofia envolvente, onde a cidadania é o lema, e a qualidade de vida do povo catarinense a grande meta.

Brasão PMSC
 

Brasão da Polícia Militar de Santa Catarina

1. Descrição Heráldica:

O Brasão de Armas da PMSC é representado por um escudo português ou arredondado, cortado em chefe. Sobre o campo Vermelho, goles, no cantão dextro as duas pistolas cruzadas de metal ouro, símbolo universal de Polícia e no cantão Sinextro do chefe, encruzadas uma chave, que lembra ser Santa Catarina ponto estratégico de primeira ordem, e uma âncora, significando que o Estado é marítimo, ambas em metal ouro.

No centro, coração, ocupando a faixa o por do sol por trás das montanhas, em duas cores originais, representando as belezas naturais da nossa terra e na ponta, a fachada de uma fortaleza, também em suas cores originais, representando os diversos fortes existentes no litoral do Estado que ao longo dos séculos defenderam a integridade física e a independência do nosso território; neste escudo também representa a POLÍCIA MILITAR como sentinela e guardiã da sociedade na qual esta inserida.

Sobre o escudo uma estrela de cinco pontas em metal ouro,debruçada de filete estreito de sable, carregada do barrete phrygio, de Vermelho, goles, o qual simboliza as forças republicanas que nos regem.

Circundando o escudo, um ramo de trigo, do lado direito e um café do lado esquerdo, ambos em suas cores naturais, simbolizando a lavoura da serra e do litoral. Os dois estão ligados por um laço com pontas flutuantes, de Vermelho, goles, com dístico “05 DE MAIO 1835” de branco.

 
 
 
 

 
 
 
 
O Curso de Formação de Oficiais
 


O que é a Academia de Polícia Militar?

A Academia de Polícia Militar da Trindade (APMT), com apoio e supervisão dos órgãos competentes da Polícia Militar e da Diretoria de Instrução e Ensino, realiza o Curso de Formação de Oficiais (CFO) e o Curso de Segurança Pública, nível Bacharelado (CSPB).

O que é o Curso de Formação de Oficiais?

O Curso de Formação de Oficiais (CFO), é o Curso de Graduação desenvolvido pela Polícia Militar, realizado em 3 (três) anos e meio voltado para o ensino superior e técnico-profissional policial militar, sendo privativo e indispensável para promoção à graduação de Aspirante-a-Oficial PM.
O Curso de Segurança Pública, nível Bacharelado (CSPB) é realizado em 3 (três) anos e meio, paralelamente ao CFO, voltado para o ensino sócio-jurídico e de conhecimentos suplementares a profissão policial militar.
O Curso de Formação de Oficiais (CFO) e o Curso de Segurança Pública, nível Bacharelado (CSPB), possuem estruturas curriculares complementares e integradas, voltadas para a boa formação dos oficiais.

No projeto de formação e desenvolvimento dos oficiais da PMSC destaca-se a ênfase em três aspectos a serem desenvolvidos:

- o fortalecimento da legitimidade policial,
- a obtenção da eficácia e efetividade policial,
- otimização dos processos de gerenciamento,

Todos pautados por três fatores condicionantes:

- a filosofia do policiamento comunitário,
- o respeito aos direitos humanos,
- extensão da missão constitucional da Polícia Militar.

Durante a realização do CFO, o cadete faz jus a uma Bolsa de Estudo que compreende um conjunto de benefícios à disposição, na forma da lei, e os seguintes:

I - remuneração na forma da lei vigente;
II - alimentação, composta de desjejum, almoço e janta, na forma da legislação vigente;
III - alojamento, segundo a disponibilidade do CEPM;
IV - fardamento, nos padrões e disponibilidade da PM;
V - assistência médica, odontológica e psicológica, na forma disponível aos demais policiais militares.

Cadete é aquele que ingressou na Academia de Polícia Militar da Trindade, mediante concurso público de admissão, com direitos e deveres na forma da lei. Quando matriculado, está apto a freqüentar regularmente o Curso de Formação de Oficiais (CFO) e o Curso de Segurança Pública, nível Bacharelado (CSPB).
Após a conclusão do CFO, o cadete é declarado Aspirante-a-Oficial, em uma formatura solene na APMT, e após, realizará estágio probatório no período de 6 (seis) meses em Unidade Operacional PM do interior do Estado

Quais as atividades desenvolvidas no Curso de Formação de Oficiais?


São desenvolvidas atividades teórico-práticas nas áreas do Direito, Administração, Psicologia, Sociologia, Economia, Informática, Telecomunicações, etc. Esportivas como artes marciais, corrida, musculação e esportes coletivos. Policiais como tiro, técnicas policiais, controle de distúrbio civil, atividades operacionais e administrativas em Unidades Policiais Militares e eventos públicos. Sociais visando estreitar os laços com a comunidade através de ações integradas e projetos sociais.



Como faço para ingressar?

O processo seletivo para ingresso na APMT é realizado por concurso público de admissão, segundo critérios moral, físico, médico, odontológico, psicológico e intelectual, este último realizado via concurso vestibular.
Uma vez aprovado e classificado no concurso público para a admissão ao CFO, o candidato deverá preencher os seguintes requisitos essenciais para a matrícula inicial na APMT:

I - conclusão do 2º grau;
II - aprovação em Concurso Vestibular e demais critérios estabelecidos em edital de concurso;
III - ter no mínimo 18 (dezoito) anos completos no ato da matrícula; e no máximo, 25 (vinte e cinco) anos no ato da matrícula para civil; ter no mínimo 18 (dezoito) anos completos no ato da matrícula para militar;
IV - ter altura não inferior a 1,60 metro (um e sessenta) para o sexo feminino e 1, 65 metro (um e sessenta e cinco) para o sexo masculino, tendo em ambos os casos, peso proporcional à altura;
V - ter o sexo exigido pelo edital do concurso;
VI - ser brasileiro;
VII - estar em dia com o serviço militar obrigatório, para o candidato civil;
VIII - estar em dia com as obrigações eleitorais;
IX - não possuir antecedentes criminais;
X - não possuir títulos protestados;
XI - se militar estadual ou federal estar, no mínimo, no bom comportamento e não ter sofrido nenhuma punição por transgressão disciplinar de natureza grave;
XII - não ter sido dispensado de serviço militar por incapacidade moral, física ou mental.
XIII - não ter sido excluído ou desligado de curso ou escola militares por conduta disciplinar, incapacidade física ou mental;
XIV - não ter sido excluído ou desligado de curso ou escola civil por conduta disciplinar;
XV - apresentar no prazo estabelecido a documentação exigida;
XVI - satisfazer outras exigências da legislação em vigor, ainda que não previstas em edital de concurso público de admissão.

 
Histórico do Curso de Formação de Oficiais
 


No dia 02 de dezembro do ano de 1927, no comando do Coronel Pedro Lopes Vieira, foi criado pelo Decreto Nº 2103, o Curso de Formação de Oficiais, com a denominação de Curso de Preparação Militar, o qual funcionou até 1930. Conforme dispunha o Decreto Nº 2103, o Curso foi criado pela necessidade de aperfeiçoar os conhecimentos militares e técnicas policiais dos seus oficiais e preparar sargentos candidatos ao oficialato. Passava a Corporação, a dispor de um importante instrumento de qualificação profissional de seus integrantes, obedecendo a formação, aos ditames do ensino militar do Exército Nacional.

O Curso de Formação de Oficiais, sofreu ao longo dos anos, interrupções em seu funcionamento e diversas alterações em sua denominação, sendo os oficiais inclusive, formados em outras academias fora do Estado de Santa Catarina, porém, sendo mantido o seu objetivo principal: a Formação do Quadro de Oficiais.

Em 1958, o Centro de Formação foi reativado de maneira permanente, pelo Coronel Mário Fernandes Guedes, Comandante Geral. Em 1959, transferiu-se para o Bairro da Trindade, onde permanece até hoje.

 
Aspirantes 1970
 
 
Ademir Ferreira
Antônio Valter
Celito Pedro Eyng
Daniel dos Santos Fernandes
Emanoel Bittencourt
Getúlio Corrêa
Gilberto da Silva
Hilário Fred Voigt
Ib Silva
Jair Wolff
Lourival de Souza
Misael Mendes da Silva
Moacir Antônio Abreu
Walmor Backes

Aspirantes 1971
 
 
Amauri Cantacílio de Oliveira
Antônio Curcio
Aristides Eneas C. Tramontim
Carlos Alberto Santiago
Darci Fortes dos Santos
Deneval Eduvirges da Silva
Djalma Dimas do Nascimento
José Francisco Hoepers
José Francisco Valverde
José Nilton Guimarães
Lauro José Ballock
Nelson Gomes Rebelo
Osmar Alcides Pereira
Roberto Rodrigues de Menezes
Valmir Lemos
Zinaldo José Guisi
 
Aspirantes 1969
 
 
Ademir Anton
Alcino Felipe Martins
Aliatar Silveira Filho
Antônio Edgar de Paris
Cezar José Rosa
Dálcio Wolff
Dalton Luiz Lemos
Dionísio Cardoso
Francisco de Assis Vitowsky
Heitor Martins Pinto
Ivan Leal da Silveira
João Cezar Pastoris Formighieri
José Carlos Chierighini
Júlio Olegário dos Anjos
Moacir Berger de Souza
Neri dos Santos
Milton dos Santos Filho
Osmar Oliveira Braz
Paulo Tadeu Piva
Pedro Arno Gerent
Piraguay Dias Ferraz
Rui Jorge Tramontim
Sigfrido Maus
Ulisses Kuntz
Valdemar A. Schmidt
Walsin Honaiser Garcia


Aspirantes 1968
 
 
João Batista Cordeiro
Valter Hilbert Jr
Valdir Pacheco
Nelson Coelho
Nicodemus B. Cordeiro
Élio Manoel de Barcelos

Aspirantes 1967
 
 
Adúlcio Fernando Silva
Antônio M. da Silveira
Bruno Marco Kleis
David Cardoso
Humberto Verani de Pizzolatti
Itamar Farias Diniz
José Valter Alves
Jurandir Ferreira
Jurandir H. Hostins
Lauro S. Tiago Silva
Luiz E. de C. Uriarte
Osvair Manoel Almeida
Paulo Roberto Fagundes de Freitas
Paulo Roberto Speck
Saulo Silva Jabor
Saulo Souza
Silvestre Olegário dos Anjos
Vilson Emerim
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Meus amigos do orkut em 2007 e 2008
...
Recebendo a espada como símbolo de oficial da PMSC.
A família Heerdt em festa. Orgulho familiar.
Heintje Heerdt e familiares.







...
 

masculino
Penha, Brasil



A melhor Turma do CFO de
Todos os Tempos!!!Segunda Família!!

...

 

 

Beckhauser
Enviado por Beckhauser em 30/08/2007
Reeditado em 03/11/2011
Código do texto: T630205

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Sobre o autor
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