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RE)CONHECIMENTO DE HIPERTEXTOS POR GRADUANDOS DO VALE DO JAGUARIBE

                         Francisco Geimes de Oliveira Silva – UECE/FAFIDAM
                                                       geimesraulino@yahoo.com.br
 Orientador. Prof. Ms. Antonio Lailton Moraes Duarte - UECE/FAFIDAM
                                                      lailton_duarte@yahoo.com.br

Resumo: Este artigo investiga as concepções fundamentais sobre hipertextos encontrados na internet, especificamente os que são construídos e manuseados por acadêmicos do Vale Jaguaribe. Para tanto, verificaremos neste estudo, os principais gêneros hipertextuais mais conhecidos, como também notabilizaremos os seguintes elementos que os constituem: seu propósito, sua estrutura composicional, seu estilo e sua seqüência textual. Numa premissa teórico-metodológica, analisaremos a partir das respostas a um questionário sobre este tema respondido por um grupo de graduandos. Este trabalho baseou-se na pesquisa de FARACO (1992) a respeito das variáveis que interferem na estrutura de linguagem dos textos colocados na internet. Dessa forma, o estudo aqui presente visa ponderar os pressupostos epistemológicos dos principais teóricos do Hipertexto como BOLTER (2001), LANDOW (1997) na teoria crítica, e as reflexões filosóficas bastante otimistas de LÉVY (1993), amplamente difundidas no Brasil. Através da análise dos questionários, pudemos constatar na fala dos universitários, caracteres importantes no ato da leitura e na identificação dos textos eletrônicos, a qual pode exigir do leitor habilidades e estratégias de leituras diferentes, uma vez que apresentam distintas estruturas e variam conforme a função do gênero e dos objetivos da leitura. Os resultados indicam uma contribuição da experiência, em que o hipertexto deve envolver texto e habilidades de leitura variadas, no entanto, é preciso que os estudantes sejam bons leitores e escritores de diferentes gêneros textuais, como o hipertexto.
Palavras-chave: Hipertexto; Identificação do Gênero; Linguagem da Internet; Leitura de Hipertexto.


Considerações Iniciais


Este trabalho tem por intuito pesquisar com metodologias prático-teóricas a maneira pela qual os hipertextos são identificados pelos universitários do Vale Jaguaribe, tendo em vista suas características textuais não-lineares, sua linguagem simplificada por meio de recursos diferenciadores peculiares (links, ilustrações, áudio, vídeo, entre outros) conforme Marcuschi (1999). Dessa forma, teremos uma verdadeira compreensão da estrutura coerente dos hipertextos, perquirindo familiarizá-los com os gêneros envolvidos mediante a legibilidade dada pelas informações estruturais.


O referido corpus de estudo surgiu da necessidade de verificar os principais hipertextos que norteiam nossa comunidade acadêmica regional. A partir da discussão da importância desta prática cotidiana, faz-nos acreditar que não há texto linear, não há leitura linear e as diferenças entre texto e hipertexto não são na realidade tão grandes assim, pois, de acordo com Koch (2002) “todo texto tem um sistema de remissões internas, capaz de interconectar as informações nele contidas. Segundo ela, num texto acadêmico, por exemplo, há referências, citações, notas de rodapé ou de final de capítulo, que funcionariam como os links do hipertexto”. Os objetivos sistematizados neste trabalho são: verificar como se dá a identificação de hipertextos, investigar as estratégias cognitivas e metacognitivas  para compreensão da leitura e da estrutura dos gêneros específicos de hipertextos, observando os elementos lingüístico-discursivos   mais usuais.
Dessa forma, numa perspectiva contemporânea, sabemos que empiricamente muitas pesquisas têm sido desenvolvidas sobre os hipertextos numa ótica dual: uma está centrada no sistema que se focaliza na invenção e na implementação de técnicas de criação de hipertextos; já a outra se baseia na influência mútua entre o sistema e o usuário, as aptidões  que estão, a priori, sustentadas na prática tradicional de como perceber as estruturas que compõem e que diferenciam os hipertextos que, de acordo com Bolter (2001), Landow (1997), Lévy (1993) e Rouet (1996) possuem uma organização enunciativa não-linear, veiculada via mídia digital, congregando informações verbais, visuais e sonoras e que permite uma leitura totalmente singular e multissemiótica, no qual o leitor pode interagir com o autor e/ou modificar o texto, influenciando, assim,  as relações humanas na pós-modernidade.

1 - Hipertexto: Conceitos e Características Lingüístico-discursivas

Apesar de os hipertextos apresentarem categoricamente proveitos no que se refere às formas do processo cognitivo das informações por parte dos leitores. Eles são considerados por unanimidade pelos trabalhos de Bolter (2001), Landow (1997) e Levy (1993), Rouet (1996), entre outros, como construções de natureza não-linear, porque não impõe ao leitor uma ordem hierárquica de partes e seções a serem necessariamente seguidas. Isso faz com que o princípio não-linear seja maniqueísta, pois, por um lado, pode-se aumentar às chances de compreensão textual e, por outro, oferecer riscos, já que à falta de linearidade pode fragmentar demais o texto, causando no leitor desorientação e dispersividade.
 O filósofo francês Lévy conceitua a técnica do Hipertexto como sendo: “um conjunto de “nós” ligados por conexões. Os ”nós” podem ser palavras, páginas, imagens, gráficos ou partes de gráficos, seqüências sonoras, documentos complexos que podem eles mesmos ser Hipertextos. Os itens de informação não são ligados lineamente, como em uma corda com “nós”, mas cada um deles, ou a maioria, estende suas conexões em estrela de modo reticular. Navegar em um hipertexto significa, portanto, desenhar um percurso em uma rede que pode, por sua vez, conter uma rede inteira (1993, p. 33)”.
Segundo Lévy (1993), o hipertexto possui seis princípios abstratos que permitem preservar as múltiplas interpretações do modelo desse gênero:
o princípio da metamorfose - a rede está em constante construção e renegociação com todos os elementos que a compõem, sejam eles humanos ou objetos midiáticos.
o principio da heterogeneidade - os elementos de conexão são heterogêneos. Permiti colocar "em jogo pessoas, grupos, artefatos, forças naturais de todos os tamanhos, com todos os tipos de associações que pudermos imaginar" entre eles.
o princípio da multiplicidade e de encaixe de escalas - coloca a capacidade de organização de forma fatal. Qualquer nó ou conexão pode se analisado como parte de toda uma rede.
o princípio de exterioridade - seu universo depende de um exterior indeterminado. Seu crescimento e diminuição dependem de novos elementos externos a ele.
o princípio de topologia - "a rede não está no espaço, ela é o espaço". Tudo funciona por proximidade.
o princípio de mobilidade dos centros - a rede possui diversos centros saltando de um nó a outro. Não existe um centro único.
No entanto, os textos eletrônicos apresentam alguma linearidade, pois não pode  subverter os níveis de organização das línguas naturais. Para ele, que é o “engenheiro do conhecimento”, assinala em seus escritos que o Hipertexto é um grande “documento digital”, um imenso texto eletrônico que conecta, simultaneamente, formas de outras representações e mídia tais como: palavras, imagens, efeitos sonoros, bem como seus difusores: jornal, rádio, tevê, cinema, computador (p. 102). Ao ver de Xavier (2002), o hipertexto é concebido como um dispositivo “textual” digital multimodal e semiolingüístico (dotado de elementos verbais, imagéticos e sonoros), disponibilizado na internet em um endereço eletrônico, e que se encontra interligado a outros hipertextos mediante os hiperlinks (links) que o constituem.
Numa assertiva divergente, percebemos que o hipertexto é deslinearizado; então, não se pode dizer que ele seja um conjunto de enunciados justapostos aleatoriamente, um mosaico de frases randômicas. Este limiar epistemológico é analisado por Esperét (1996, p. 151), segundo ele:

Dentro de um contínuo de linearidade, o hipertexto apresenta um maior distanciamento de hierarquizações por ser mais flexível na sua formatação visual, estocagem de material discursivo e, sobretudo, por colocar nas mãos do usuário um maior controle sobre a seleção das unidades de informação.

Para Esperét (1996), ressalta-nos que a linearidade é um conceito que costuma abarcar três aspectos diferentes: a organização de unidades da linguagem, a forma como a informação é guardada em um determinado meio (livro, fita, hipertexto, etc.) e a forma como o leitor controla o seu acesso a alguma informação. Devemos, então, perceber que as habilidades de navegação neste formato, exigem muita leitura de hipertextos. Precisamos considerar também que isso ocorre em todos os outros gêneros textuais, isto é, o leitor precisa saber como o texto se organiza e como deve ser lido.
Conforme as indagações de Faraco e Tezza (2001, p. 138), os veículos de informação interferem na estrutura dos textos, sobretudo a internet – caracterizada por sua abrangência a um tempo instantâneo e universal. Tendo, pois, uma riqueza de recursos (som, cor, animação) disponíveis aos internautas que os lêem. Levando em consideração as mudanças necessárias de textos inseridos na internet. Foi-se, irremediavelmente, discutido em uma entrevista com o escritor e diretor de conteúdo Bernardo Ajzenberg da Folha Online, no qual ele relata à heterogeneidade sociocultural4. Devido a isso, precisa-se que as estruturas de linguagem dos textos colocados na internet sejam adaptados até porque atingem uma diversidade contingencial de leitores.

2 - Descrição dos Gêneros Hipertextuais

Com as transformações provocadas pelo fomento de Novas Tecnologias de Informação e Comunicação (NTIC) nos presentes contextos sociais é que se evidenciam inúmeras maneiras de  estabelecimento de comunicação, de pensamento e de formas de agir. É nesta dimensão que contracena o uso da Internet em que esses novos gêneros emergentes: home-pages, chats, e-mail, bate-papo, blog, entre outros. Dentre alguns gêneros digitais, podemos destacar os seguintes:
1. E-mail5: (correio na forma e com formas de produção típicas). Inicialmente um serviço (eletronic mail), resultou num gênero que surgiu em 1972/3 nos Estados Unidos;
2. Bate-papo virtual em aberto (room-chat)6 – envolve inúmeras pessoas interagindo simultaneamente;

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4 Heterogeneidade sociocultural – denota-se como “o contexto em que os indivíduos atuam como fator condicionante da variedade de interpretações e que a produção da leitura é variável entre os indivíduos porque cada um gera suas inferências de acordo com seu conhecimento prévio social e cultural” (Isola, 2001, p. 221).
5 Observa-se que o termo já sendo dicionarizado nessa forma tanto pelo Dicionário Aurélio Século XXI, como pelo Dicionário Eletrônico da Língua Portuguesa 1.0. Assim, não traduzo para “correio eletrônico”, como seria o normal fazê-lo.
6 Uma restrição terminológica: os denominados chats são na realidade bate-papos virtuais que se realizam em tempo real (on-line) e provêm de um programa ou sistema chamado IRC (Internet Relay Chat). Existem muitos sistemas desses. Quanto ao ICQ  (I seek you) e os MUDs (Multiple User Domains), trata-se de variações que aqui não serão distinguidas de maneira sistemática, já que no fundo variam apenas como formas operacionais de programar as falas e estabelecer os contatos, mas a produção textual ( os bate-papos) não varia substantivamente, a não ser quando se trata de mostrar a natureza dos diálogos. E isto ficará mais claro nas descrições a seguir. Também chamo atenção para o fato de o termo já se achar dicionarizado tanto no Aurélio (1990) como no Houaiss (2002). Neste, lemos, para o verbete Chat, o seguinte: “Forma de comunicação à distância, utilizando computadores ligados a internet, na qual o que se digita no teclado de um deles aparece em tempo real no vídeo de todos os participantes do bate-papo”.


3. Bate-papo virtual reservado (chat) – é variante dos room-chats do tipo (2), mas com as falas acessíveis apenas aos dois selecionados, embora vendo todos os demais em aberto;
4. Bate-papo agendado (ICQ) – é uma variante de (3), porém com características de ter sido agendado e oferecer a possibilidade de mais recursos tecnológicos na recepção e envio de arquivos;
5. Bate-papo virtual em salas privadas – sala privada com apenas os dois parceiros de diálogo presentes. É uma espécie de variação dos bate-papos de tipo (2);
6. Entrevista com convidado – é uma forma de diálogo com perguntas e respostas num esquema diferente do que os dois anteriores;
7. Aula virtual – interações com número limitado de alunos tanto no formato de e-mail ou de arquivos hipertextuais com tema definido em contatos geralmente assíncronos;
8. Bate-papo educacional – interações síncronas no estilo dos chats com finalidade educacional, geralmente para tirar dúvidas, dar atendimento pessoal ou em grupo e com temas prévios;
9. Videoconferência interativa – é realizada por computador e similar a uma interação face a face; uso da voz pela rede de telefonia ou cabo;
10. Lista de discussão – é um grupo de pessoas com interesses específicos, que se comunicam em geral de forma assíncrona, mediada por um responsável que organiza as mensagens e eventualmente faz triagens;
11. Endereço eletrônico – é o endereço eletrônico seja pessoal para e-mail ou pra a home - page tem hoje características típicas e é um gênero.
Constata-se que pelos estudos de Marcuschi (2002), a caracterização destes gêneros ditos novos apresentam aspectos importantes nesse novo ambiente virtual, entre os quais: composição (aspectos textuais e formais), incluindo as relações entre participantes ou a audiência); o tema ( natureza dos conteúdos, funções e profundidade) e o estilo (aspectos relativos a linguagem, seus usos e usuários).

3 – Procedimentos Metodológicos

Por isso, apliquei um questionário para que os graduandos entrevistados pudessem identificar os diversos gêneros hipertextuais e suas especificidades lingüístico-composicionais contendo os principais hipertextos que são circundantes à nossa conjuntura acadêmica, no qual eles serão analisados pelos seguintes critérios estratégicos:
perceber os propósitos do hipertexto;
praticar uma leitura compreensiva e dinâmica;
analisar a estrutura lógico-textual;
ativar o conhecimento prévio;
avaliar o texto pela clareza, completude e consistência;
identificar estilo e seqüências textuais.

4 – Análise e Discussão dos Aspectos dos Hipertextos apontados pelos entrevistados

Verificou-se com as repostas analisadas dos entrevistados que os hipertextos apresentam características peculiares quanto à estrutura retórica dos textos tradicionais, primeiro porque no ponto de vista da recepção, esses constituem uma proposta de sentidos múltiplos e uma plurilinearidade em sua construção, assim, de acordo com Koch (2002) afirma que o leitor consegue nesse processo de compreensão leitora questionar tais estruturas, isso contribui para uma leitura não-linear, uma vez que ela considera o hipertexto um evento interativo-textual, embora possua características próprias.
No que tange essa discussão, Marcuschi (2000) esclarece que o hipertexto possui uma inovação na sua apresentação formal, quer dizer, os entrevistados compreenderam que há uma multissimiose (integração de modos de enunciação) – verbal +  visual + sonoro; um aspecto de intertextualidade (o leitor pode consultar em tempo real inúmeros textos), que podem confirmar ou refutar os conceitos encontrados num texto lido; até porque o hipertextos oferecem uma flexibilidade (possibilita ao leitor uma maior liberdade no processamento da leitura). Contudo, o elemento mais presente no discurso dos entrevistados foi o aspecto de interatividade, pois com o uso do E-mail, Blog, Orkut, Msn, Site diversificaram-se diversas concepções de inter-relacionamento com outros internautas.
Notou-se, ainda, que os entrevistados utilizaram-se de muitas construções textuais para incutir conhecimentos específicos e, portanto, costumam pesquisar em inúmeras fontes para desenvolverem uma construção de raciocínio-lógico nos trabalhos acadêmicos que freqüentemente fazem, para isso eles verificam inicialmente a procedência bibliográfica do conteúdo pesquisado e faz uma análise prévia se a estrutura convém com suas necessidades  de hiperleitor. Com tudo isso, constatou-se que os tais estudantes utilizaram muitas estratégias para a identificação das idéias centrais contida no hipertexto, tendo que fazer muitas vezes uma leitura superficial para descartar certos fragmentos de hipertextos que não geraram interesse.
Dessa forma, buscaram mecanismos hipertextuais mais ágeis links. Já outros relataram que é cansativo buscar fragmentos de textos, pois essa atitude requer tempo para lê-los, então esse aspecto ratifica-se pelas pesquisas de Nielsen (1997), afirmando que a leitura no computador é 25% mais lenta que no papel impresso, por isso muitos tiveram que modificar a leitura devido à variação de propósito.

Considerações finais

Ao analisar tais aspectos polêmicos acerca da leitura, da estrutura e das estratégias geradas pelos hipertextos mais usuais pelos graduandos do Vale Jaguaribe, percebeu-se uma grande diversificação e ao mesmo tempo certas maneiras obvias de utilização e identificação de textos eletrônicos mais circundantes por esse público analisado e as metodologias empregadas por eles para focalizar tópicos essenciais para construção de seus próprios textos.
Mas fica claro também que há uma imensa necessidade que os hiperleitores  possam reconhecer traços  nos hipertextos que possibilitem uma autopercepção das estruturas retóricas de gêneros textuais tradicionalistas e de gêneros hipertextuais surgidos pela necessidade de inovação de técnicas e métodos de comunicação mais versáteis e simultâneos a necessidade de interação textual-comunicativa dos internautas.

Nesse ínterim, conclui-se que a percepção de fatores contidos nos textos são imprescindíveis como: sua forma de apresentação, os objetivos da leitura, o conhecimento sobre o assunto, o suporte e do gênero, entre outros. Para tanto, o processo de leitura exige dos leitores algumas habilidades estratégicas e um grande esforço elucidativo para discernir gêneros e formatos de textos.


Referências

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DELL’ISOLA, R. L. P.. Leitura: inferências e contexto sociocultural. Belo Horizonte: Formato Editorial, 2001.

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LANDOW, G.P. Hypertext 2.0: the convergence of contemporary critical theory and technology. Baltimore, Maryland: Johns Hopkins, 1997.

LÉVY, P.. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da informática. Trad.: Carlos Irineu da Costa. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1993.

MARCUSCHI, L. A. Gêneros textuais: o que são e como se constituem. Recife: Universidade Federal de Pernambuco, 2000. (mimeo).

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ROUET, J. F et al. Hypertext and cognition. New Jersey: Lawrence Erlbaum, 1996.

XAVIER, A. C. S. Hipertexto na sociedade da informação: a construção do modo de enunciação digital. 2002./s.n./, Tese (Doutorado em Lingüística). Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Estudos da Linguagem. Campinas.


Obs: Trabalho apresentado no II Congresso de Hipertexto da Universidade Federal do Ceará - UFC.
Jeimes Paiva
Enviado por Jeimes Paiva em 29/10/2007
Reeditado em 09/03/2008
Código do texto: T714684

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