SENTINDO a fÉ na PrÓpRiA PELE

A pessoa que é capaz de experimentar a FÉ é como alguém que já teve uma queimadura, seja na ponta de um dedo ou uma daquela que seja mais grave e que deixa alguma marca para ser lembrada ou observada por toda a vida.

A Fé (e eu não digo “religião”) marca a “pele” da alma.

Nunca ter tido algum tipo de experiência da Fé é o mesmo que uma pessoa viver como se não tivesse pele: algo está errado porque ela não é capaz de sentir sequer um beliscão — e isso é uma insensibilidade que a Medicina tem que examinar.

A Fé não é apenas um fenômeno.

A Fé é um Princípio, um fator desencadeador de uma Lei da Não-Desistência.

Até mesmo um cientista “ateu” tem experiência diária com a Fé, pois ele nunca desiste de provar que o Transcendente é um equívoco de interpretação. Essa Não-Desistência movimentará esse tal “homem de ciência” com uma força tão poderosa quanto a crença do religioso.

Tal é a “Fé”, que movimenta até mesmo quem não a aceita.