Pumba

Publicado por: Sempre Feliz
Data: 31/12/2020
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Créditos

TEXTO: Pumba; AUTOR: Sempre Feliz; VOZ: Sempre Feliz; CÓDIGO: T7067403; Homenagem muito especial à nossa grande amiga Helena Lanza "Lelena".

Pumba

PUMBA! PUMBA! PUMBA!

Por uma obra Divina,

Nasce uma bela pequena;

O mundo ganhou a Lelena.

Posso até imaginar,

No pumbar da alegria,

A celebração que contagia.

Cresce a menina,

De todos "rouba a cena".

Como é querida a pequena!

Do engatinhar

Ao primeiro passo;

Até o correr para o abraço.

Balbuciar das palavras,

Amor abrangente, ternura;

Graça abundante, Paz que cura.

Posso até imaginar,

No pumbar da alegria,

A celebração que contagia.

Os limites são rompidos,

A escola muito a aguarda.

O aprendizado não tarda.

Novos amigos vêm

Na vida social, além do ninho;

Há novos saberes a caminho.

Nesse convívio social,

Em experiências vividas,

São muitas vindas e idas.

Já, no tempo oportuno,

Algo que não se esquece:

Eis que o amor acontece!

Posso até imaginar,

No pumbar da alegria,

A celebração que contagia.

Numa troca de olhar,

Num desejo que urge,

Uma nova família surge.

Na escolha da entrega,

Com amor e confiança,

Vivificada foi a esperança.

Como frutos do amor,

Nascem irmãos e irmãs.

Alegria renovada nas manhãs.

Posso até imaginar,

No pumbar da alegria,

A celebração que contagia.

Ser esposa e mãe,

Ser da vida uma aprendiz.

Dar tudo por uma família feliz.

Vivendo cada dia,

Por algo que a enobrece:

DEUS ouvira a sua prece!

No que pôde, fez o melhor;

Dedicou-se no que acreditava.

Ser mãe muito a motivava.

Teve alegria e prazeres;

Teve também dissabores.

Vencedora foi sobre as dores.

Posso até imaginar,

No pumbar da alegria,

A celebração que contagia.

E, então, o tempo passa;

O corpo, enfim, envelhece:

À mente, não mais obedece!

A que se deu e cuidou,

Agora, precisa ser cuidada.

Lei da vida a nós ensinada.

Com papéis invertidos,

Um privilégio latente:

Gente Cuidando De Gente!

Posso até imaginar,

No pumbar da alegria,

A celebração que contagia.

PUMBA! PUMBA! PUMBA!

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Por que "PUMBA"? Simples.

A nossa Lelena (Maria Helena Lanza, 86 anos), diagnosticada com Alzheimer, adotou esta palavra em seu vocabulário, a qual ela verbaliza frequentemente.

O que, para o personagem BATMAN seria "Batfone", "Batmóvel", "Batcaverna", etc., para a nossa Lelena seria "Pumbafone", "Pumbamóvel", "Pumbacaverna", etc.