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Sobre o autor
Edson Marques
Guarujá - São Paulo - Brasil
5 textos (714 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 14/12/18 19:45)
Edson Marques

Textos do autor
Perfil
Estudei Filosofia na USP.
Sou quase jornalista pela ECA.
Ex-estudante de Direito no Largo São Francisco.
Criador da empresa de Software Liberdata.
Sou saniasyn: nome Paritosh Keval, dado por Osho.
Leitor de Nietzsche, Jung, Cioran, Sartre, Freud, Reich, Leminski, Henry Miller, entre outros.
Re-escrevendo o meu livro "Solidão a Mil".
Autor do polêmico "Manual da Separação", 160 páginas, Ed. Filosoft, 1998. SP.
Takmbém autor do livro "Mude", pela Editora Original Pandabooks (2007), com prefácio de Antonio Abujamra.
Escrevendo o "Tratado do Arrependimento" (2008).
Sócio fundador da Ordem Nacional dos Escritores.
Diretor do Clube de Poesia de São Paulo - Gestão Ives Gandra da Silva Martins.
Vencedor do Prêmio Cervantes/Ibéria/1993, categoria Narración em Portugués.
Editor do internetjornal (publicado até fins de 2000 pela Folha de S.Paulo Gráfica).
Psicodramatista inquieto.
Autor do poema "Mude", texto do comercial da FIAT, feito pela Agência Leo Burnett.
Nas horas vagas, construtor de pirâmides: empresário maluco na área de Construção civil.
E sei que é impossível ser feliz sem liberdade.

Mas também sei que tudo que foi dito acima, exceto a última frase, não tem a mínima importância.

Sei que tenho contradições, porém são todas não antagônicas. Sou ateu, mas Jesus é um dos meus heróis. Continuo achando que o Capitalismo não é o Fim da História. Gosto de Fidel Castro e de Hugo Chávez, assim como gosto de Beethoven e Velazques. Nunca briguei com minha mãe. Há cerca de vinte anos que não perco a calma: tenho completo domínio dos meus estados de espírito. Embora tenha casado cinco vezes, com seis mulheres encantadoras, meu estado civil ainda é o original. Sou amigo de todas as minhas ex-namoradas. Sou a favor do amor livre, mesmo porque seria burrice defender o amor preso. Amante dos Beatles e dos Rolling Stones. Moro sozinho, mas adoro jantar com os meus amigos e com os meus amores. Não tenho medo, não tenho ciúmes, não tenho pressa. Sempre me afasto das pessoas perigosamente normais. E acho que só quem salta inteiro no belo escuro azul profundo da vida é que pode viver de verdade.

Dentre as muitas frases brilhantes que já escrevi, destaco hoje estas:
1. Se você não encontrar razões para ser livre, invente-as!
2. A alegria dos navegantes errantes é que descobre mundos novos. E os encanta.
3. Só o que está morto não muda.

Meus amigos dizem que tenho duas coisas "enormes": talento e modéstia – nesta ordem. Mas meus amores dizem exatamente o contrário...

Sempre danço conforme a música, mas, antes, escrevo a partitura.

E me apaixono com uma facilidade impressionante. Todo dia.

Na verdade, sou apenas: Marxista romântico, solteiro convicto, bisneto da Rebeldia, neto da Emoção, filho da Loucura, irmão do Desejo, primo do Prazer, amigo da Liberdade, e amante de todos os meus Amores.
E existo, por incrível que pareça:
No céu da minha boca não há fogos de artifício.
– Só estrelas.

Editor do blog Mude => http://mude.blogspot.com

(Breves ensaios poéticos sobre o Amor, a Loucura e a Liberdade.)


Livro que eu levaria para uma ilha deserta: a biografia de Joyce, escrita por Richard Ellmann.




Obras Físicas Publicadas:

"MUDE", 92 páginas, Ed. Original Pandabooks, 2007, SP.
"Manual da Separação", 160 pág, Ed. Filosoft,1998, SP.
"O Canto dos Poetas", antologia da Ordem Nacional dos Escritores.
"Beijos no céu da boca", Ed. Do Autor, 1985, esgotada.
Inúmeras antologias publicadas no século XX.
Artigos em jornais, teses e bilhetes.


Última atualização em 14/12/18 19:45