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O MAL QUE FAZEMOS E NÃO PECEBEMOS

Boa noite meu amigo(a)!
Hoje, vendo a reportagem sobre o ladrão que engoliu a jóias roubadas e levou uns caldos da polícia na praia, eles não sabiam que ele havia engolido as jóias, fico pensando em como erramos e nos tornamos iguais.Acredito que quase todas as crianças passaram pelo mesmo constrangimento com os pais quando éramos pegos em alguma traquinagem e nossos pais gritaravam: DIGA A VERDADE! Quando íamos falar sempre diziam: CALE A BOCA. Isso tudo era torturante porque gerava um conflito onde não podíamos falar e tínhamos que calar e por outro lado nossos pais queriam a verdade. Vai entender.Os policiais muitas vezes se comportam como nossos pais;como os pais deles fazendo explodir os conflitos reprimidos em forma de violência, seja lá de que forma for.
Toda essa conversa fiada, amigos, é para dizer o quanto precisamos "policiar" nossas ações, nossa fala, nossos gestos para não cometer erros que condenamos nos outros e não os percebemos em nós.
Um grande abraço.

P.S.Quero lembrar que essa rotina de vigília não é fácil e nem é para hoje, é para toda a nossa vida.Afinal, por mais que queiramos, não vivemos sós no mundo.

Elvira Pereira de Araújo
Elvira Pereira de Araújo
Enviado por Elvira Pereira de Araújo em 01/02/2011
Reeditado em 04/01/2014
Código do texto: T2766426
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre a autora
Elvira Pereira de Araújo
Natal - Rio Grande do Norte - Brasil, 57 anos
65 textos (5057 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 08/05/21 01:16)