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Eu...

A Tristeza agora já me é rotineira, o cálice da alegria se quebrou e suas águas se esparramaram por todo vale à procura de quem à mereça. Tomara que as águas dos mares as levem para longe de mim, pois naum quero senti-la; não há motivos para viver sorrindo, não há motivos para viver.

A solidão, o desconsolo, a falta de um abraço ou sequer um aperto de mão, são minhas atividades rotineiras de agora à adiante. Não se machuque por mim, eu não mereço que se preocupem com essa alma deslavada e só que vaga por simplesmente existir. As dores são muitas, inexplicáveis e não dará tempo de explicá-las a quem quer que pergunte, pois acabaria nossas vidas de velhice antes mesmo que termine.

Apenas quero que todos que leiam, sejam abençoados pelo poder e pelo abraço salvador de Deus nosso pai e que sejam sempre felizes, sentimento que não pude desfrutar de total harmonias, mas que desejo que tenhais. Apenas vago, nada mais. Se me achares estranho, não ficarei bravo contigo, pois sei me compreender.
Rafael Rezende
Enviado por Rafael Rezende em 26/01/2007
Código do texto: T359652

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Sobre o autor
Rafael Rezende
Sumaré - São Paulo - Brasil
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Rafael Rezende