CARTA AO POETA

 
Belém/PA, 30 de agosto de 2012.
 
 
Querido e Amado;  Amigo Poeta,


Estou fazendo uma leitura muito prazerosa  das tuas composições. Obviamente, que eu estou nas nuvens ou quem sabe no sétimo céu. Você deve saber o porquê.

Você escreve com a alma magnânima de um gênio, de um poeta pleno, e, por isso, consegue ser tão universal., tão avassalador, tão maravilhoso!

Parece-me que todos nós temos fome ou sede de algo que não conseguimos alcançar. Desejamos o que não podemos ter, para enfim; os que trazem a poesia em suas veias, verterem o onírico querer em letras magistrais...

Será que o Poeta expressa também o que é puramente ficção, ilusão, emoção que sequer sente? Ou não? Deve haver poetinhas e POETAS, com todas as letras garrafais! Por que eu andei lendo por ai alguns se auto denominando poetas, mas pareceram-me tão vazios e banais.

Acredito que, de certa forma, Ele, o autêntico Poeta fica nu; diante daquela voz criadora que revela um pouco; se não tudo de si, dos outros, do mundo...

E você revela muito dos meus sentimentos, embora só me conheça superficialmente!?

Você descreve sensações que parecem ser tão tuas,
mas, te digo, com toda certeza, que são tão minhas...

Deixo-te meu terno abraço. Da amiga de sempre.

Maria Madalena de Jesus Gomes
Enviado por Maria Madalena de Jesus Gomes em 30/08/2012
Reeditado em 17/09/2014
Código do texto: T3857435
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