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AO MEU CANSADO, ENFIM, AMOR!
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Despeço-me dos seus abusos,

da excessiva espera que me expõe toda vez que inicio um movimento para lhe entregar um beijo!



Despeço-me da sua falta de tempo leirado com o seu descaso e do pouco caso  que trata o meu cansado, enfim, amor!


Jogo fora os breves momentos que submetemos nossos corpos para, agora, o desencontro do sorriso!


Abro mão das canções compostas com os orvalhados pingos de amor,

mas que exauriram no aquecido desprezo!


Esqueço-me que fui e

tentarei não me lembrar que fiz um enorme esforço para ser e que, por seu descuido,

nunca serei a hora exata para o seu desprotegido amor!


©Balsa Melo

25.07.06

Brasília - Recife

BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)
Enviado por BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO) em 07/09/2007
Código do texto: T642561
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)
Uberaba - Minas Gerais - Brasil
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BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)