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Para você meu amor que um dia eu esperava encontrar

Sempre pensei num amor que fosse poético, que através das palavras e gestos o vazio iria mudar, e com os rítimos poéticos eu dançaria o rítimo da vida sem me cansar.

Só através das palavras de um amor poético, um sentido para a vida e a morte eu irira buscar.

Hoje me sinto como se fosse uma criança deslumbrando a vida, cantando, dançando, sonhando, como se fosse a primeira vez que veio me tocar.

Continuemos amando, acreditando, nos conhecendo, mesmo que o vazio, o não entendimento continue no ar. Mesmo o mistério, essa coisa que não tem remédio nem nunca terá venha nos calhar.

Quero que você, meu amor poesia, contemple a minha vida na eternidade de um dia nos casar, e os sonhos venham com as crianças que um dia nos torne completos para a poesia e a palavra lhes ensinar.

Mas quando a velhice chegar, eu ei de te olhar e lhe dizer que você era o sonho de menina que eu sempre almejei encontrar.

Com aquele mesmo olhar sofrida que você veio a se apaixonar.

E um abraço eterno eu ei de lhe dar, e as batidas do nosso coração irá parar e juntos na certeza que o amor eterno nunca acabará.

Em outra dimensão os sons das canções e das palavaras irá tocar o amor que sempre existirá, e como um tango argentino iremos dançando e recitando a palavra que em nosso amor sempre habitou e sempre permanecerá.

 

                                        De sua eterna inspiração e vida
Fernanda Alvarenga da Cunha
Enviado por Fernanda Alvarenga da Cunha em 18/09/2007
Código do texto: T658432
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Sobre a autora
Fernanda Alvarenga da Cunha
Ribeirão Preto - São Paulo - Brasil
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