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À minha amante

Na mesmice da manhã, no fastio da tarde, encontro ânimo na taciturnidade da noite. Ela chama-me como se conhecesse os mais recônditos lugares de minha alma. Seduz-me com sua dialética perfeita, suas curvas voluptuosas, seu olhar lúgubre. Entrego-me a ela de corpo e alma, com todo o enlevo do momento o gozo não tarda a chegar. Um encontro breve, mas profundo, que produz os mais amargos frutos.
Poetisa da Noite
Enviado por Poetisa da Noite em 23/09/2007
Código do texto: T665312

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Sobre a autora
Poetisa da Noite
Santos - São Paulo - Brasil
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