LIBERDADE microconto dedicado aos poetas Ansilgus, Luna Mia e Lumah

 

A idade pouco importa, quando no peito o coração pulsa, a boca palpita, as mãos soltam pipas, os pés ficam felizes dentro de pantufas divertidas e os dedos ainda falam como que escrevendo jornais.

 

Os pés flutuam pelos cômodos, areias, tábuas corridas e até nos porcelanatos. O que vale é a liberdade do ir e vir, fazendo versos, pintando casas em telas, olhando o povo no seus passeios à beira mar. 

 

Os olhos lembram dos antigos tempos, mas, antiguidade tem preço e, velharia na realidade vira apenas traste. Os olhares para trás no tempo, são só para lembrar da construção verdade d'uma vida, ainda vívida.

 

Cada pipa que sobe aos céus, traz a alegria para o mais profundo lado de dentro, fazendo o sorriso sair, para tudo em volta se iluminar. Quando a personagem da pantufa divertida, lhe faz viver na mente uma fase da infância, a mente apenas voa em doce felicidade. Os pés que caminham sem roçar na areia de Inverno, fria...flutuam na imaginação tão vívida, como se mergulhasse nas mornas ondas dos sonhos e, as palavras jorram em borbotões pelos dedos.

 

Às mesas postas nos diferentes Estados, estão em plena sintonia, tendo sal e doce, quente e frio, alimentos que à alma suprem e, faz com que a gente se encontre por aqui.

 

Ouvi este causo afetivo, num cantinho muito gostoso, onde a maior riqueza não tem forma, cor, raça, condição social, religião ou opção sexual, tampouco tem idade, político ou time do coração, tem apenas nome e sobrenome, Amor Amizade da Pureza de Almas.

 

Cristina Gaspar
Enviado por Cristina Gaspar em 19/07/2023
Código do texto: T7840835
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