Surreal...

     O poeta acaricia o papel, com propriedade, delicadamente sente suas formas e, com sua caneta especial invade o universo particular. Juntos caneta e papel produzem suas linhas, numa dança cuja cumplicidade impera. Palavras sinuosas, sinceras. O papel agradece acolhendo o poema com poesia e, a caneta em retribuição deixa sua marca no coração do papel.
Patrícia Correia
Enviado por Patrícia Correia em 22/09/2010
Reeditado em 11/07/2011
Código do texto: T2512984
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