“SE FUI”   (BVIW)
 
Interfone tocando e eu aqui espichada na cama, morrendo de preguiça, sem Maria por perto, que foi  cuidar da mãe acometida, segundo ela, do virus chines mas está fora de perigo,nem precisou ser internada,o médico da UPA tratou com o remédio de matar "piolho" e "lombriga". E fui eu atender o chamado. Dito o alô recebi o aviso de   que  Mariana, amiga minha de muitos anos estava subindo, disse Ok , desliguei o interfone e  fui espera-la na porta da sala. E eis que chega a Mariana, beijinho pra lá beijinho pra cá  e  foi logo dizendo: - Hei amiga, te vi outro dia acompanhada  de um pedaço de moreno de fazer   inveja, seu namorado?- Respondi, que nada, só um caso , mas acabou , deixou de me dá noticias ,soube a causa do silêncio há poucos dias : o valente deu um trato no visual, virou cantor de rap  e anda exibindo suas correntes de ouro  pelos palcos da vida e o seu sucesso do momento tem um título bem sugestivo:   “SE FUI”... E aí,  depois desta , só me restou dizer graças a Deus.  A  reação de Mariana foi uma bela gargalhada, acrescentando: melhor só do que mal acompanhada , faça como eu, sinta-se livre, ninguém por perto para censurar quando você apertar  a pasta de dentes    no começo, no meio, no fim. – Valeu. – Trouxe  um presente pra você,foi o que ouvi da Mariana: um livro  que sei que vai adorar  “RAZÃO E SENSIBILIDADE”,   escrito por Jane Austin no ano de 1811, no próximo encontro você apresenta sua resenha. Agora, SE FUI! kkkkkkkkkkkk
 
 
 
Zélia Maria Freire
Enviado por Zélia Maria Freire em 26/01/2021
Reeditado em 26/01/2021
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