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Levei para minha mãe as, flores que ela gostava!
Margaridas brancas que contrastam, com o negro granito, da lápide, fria.
Vida, evolução!
Uns partem cedo demais, enquanto, outros tardam para chegar...
Pergunto-me sempre que, tempo é esse?
Entendo que o meu, tempo, não é o mesmo que o “TEU”!
Quisera poder entender os mistérios que nos cercam, mas, quem sou eu?  Pobre mortal tenho, tanto, para aprender...
Tento, procuro respostas, quem sabe assim possa compreender, por quê nesse mundo eu vim?
E ainda aqui permaneço, se, nada mais tenho a fazer...
Meus entes queridos se foram, resta-me o quê?
Somente continuar a viver...
Desempenhando o papel a mim, destinado, até o dia, de partir também.

09/05/2005-Santos
Santos/ 12,15horas

Imagem: Net sem constar autor, restrição ao uso.

 
Nadir DOnofrio
Enviado por Nadir DOnofrio em 10/05/2005
Reeditado em 21/06/2020
Código do texto: T16123
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre a autora
Nadir DOnofrio
Serra Negra - São Paulo - Brasil
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147 áudios (14124 audições)
18 e-livros (4820 leituras)
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Nadir DOnofrio

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