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A morte da paz!

A pomba da paz encontrou com uma arma:

- Olá, eu sou uma pomba. Pode me chamar de paz!
- Oi paz, meu nome, dizem, é arma.
- De onde você vem paz?
- Eu venho da natureza, ela me criou. E você arma de onde vem?
- Eu? Nem sei de onde venho, mas o homem me criou!
- Você gosta das pessoas paz?
- Sim, muito! E você, arma?
- Eu não tenho nada contra as pessoas, mas elas têm medo de mim, ficam apavoradas quando me Vêem nas mãos de alguém!Não sei por quê? Ah! paz, também da minha boca sai umas coisas estranhas, umas bolinhas, quando atingem as pessoas elas caem. O que será?
- Não sei arma, mas tente não soltar essas coisas, então!
- Eu não tenho culpa, quando o homem me pega, ele me domina.

Falando nisso...

- Olha o homem aí, paz!
- Ele vai te pegar, arma!
- É, acho que sim...
- Está apontando você para mim, arma, acho que vai fazer você soltar aquelas coisas estranhas...

minutos depois...

- PAZ?...PAZ?


Obs: deixo claro que não se trata de apologia às armas, mas uma crítica às ações humanas!

PÍpa
Enviado por PÍpa em 04/03/2007
Reeditado em 06/03/2007
Cůdigo do texto: T400771

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Sobre a autora
PÍpa
Itabuna - Bahia - Brasil, 37 anos
4 textos (306 leituras)
(estatŪsticas atualizadas diariamente - ķltima atualizaÁ„o em 01/10/20 13:20)
PÍpa