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O sonho que sonhou

 Era uma tarde fria e chuvosa. Do lado de dentro ele para e começa a pensar, antes decidira ser médico, mas, por causa de sua convivência entre os super-heróis, logo quis ser bombeiro.
 Sua cabeça voava a mil enquanto observava as gotas através do vidro. " A chuva preciso parar, como posso ser bombeiro se não para de chover? Assim não haverá fogo para eu apagar".
 Logo, logo, a chuva passa. Ele observa, inerte na janela, o sol aparecer. Crianças começam a correr para a rua com bola debaixo dos braços. Seu peito palpita, agora ele quer ser jogador de futebol, correr atras da bola, ser o mais ágil. Enfim decidiu o que queria.
 Cai a noite, ele continua a frente da janela. A lua surge. O seu brilho intenso e a sua forma esférica, desperta uma curiosidade muito forte em conhecê-la e repensando em sua vida acaba decidindo em ser astronauta: "calçar botas com foguetes, vestir roupas legais, assim vou explorar o universo". O sono chega.
 A criança decide dormir, ela se deita na cama e rapidamente adormece, teve um sonho estranho, sonhava que via a si mesmo deitado com pessoas ao seu redor, estava dormindo um sono bem pesado, alem das pessoas ele também viu uma televisão excêntrica, nela não se passava desenhos ou artistas, era exibido apenas uma linha que em um determinado momento subia e descia, ela também fazia um som, a cada segundo, diferente das outras televisões. No sonho ele viu os pais, sua mãe caindo nos braços do seu pai. "Tentei falar com eles, mas como era um sonho, não me ouviram;nesse momento escutei alguém me chamar."
 Era um senhor de barba branca e semblante amoroso, ao seu redor irradiava uma luz branca forte, mesmo sendo intensa ele olhava para a luz sem sentir nenhum incômodo. O velhinho fez um gesto com a mão como se fosse um pedido para a criança ir até ele.
 " Que sonho bom, não sei explicar como consegui voar, a medida que eu me aproximava do velhinho, eu conseguia escutar o som da televisão, rápido e mais rápido, até que se tornou constante e agudo quase perfurando meu cérebro, não se fazem mais televisores como antigamente"
Greg Cabone Zago
Enviado por Greg Cabone Zago em 06/11/2019
Código do texto: T6788964
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Sobre o autor
Greg Cabone Zago
Aracaju - Sergipe - Brasil, 29 anos
9 textos (81 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 15/11/19 19:58)
Greg Cabone Zago