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Quando se ama volta.

Em uma noite fria e sombria, saí pela cidade querendo paz e solidão. Meu relacionamento de quase cinco anos havia sido enterrompido de maneira bruta, com a morte por acidente de minha noiva. Andando pelas ruas me deparei com a praça onde começamos o nosso namoro, e ali me sentei e fiquei chorando por alguns minutos.
Ao olhar de lado em meio a nevoa branca, avistei um vulto caminhando em minha direção, atordoado pelos pensamntos em minha noiva senti então um calafrio pela espinha, um medo tomou conto do meu corpo e minha voz sumiu.
Então vejo cada vez mais perto o vulto, vulto este que ao se revelar me mostrou seu rosto. Era ela, minha noiva.
Não contive a felicidade e nos abraçamos e conversamos sobre saudade, a falta que ela me causava, em meio a conversa ela tira de entre seus cabelo uma rosa. Chorei  copiosamente, ela me beijou a face e disse:
Meu amor, minha hora de fazer a grande viagem chegou, e por isso tenho que ir, saiba que te amo muito e quero sua felicidade. E se foi envolvida pela nevoa branca, a me olhar com grande ternura. Fui acordado por um jovem que corria pelo parque, preocupado com minha saude. Olhei em volta e percebi que tudo não passara de sonho, triste me levantei para voltar para casa. Já confortado pela ideia do sonho, me virei, e para minha surpresa debaixo do banco onde eu adormecera, estava a flor que meu grande amor tinha tirado dos cabelos e me oferecido.
Cortez
Enviado por Cortez em 01/02/2007
Código do texto: T366479

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Sobre o autor
Cortez
Divinópolis - Minas Gerais - Brasil, 46 anos
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