ME CHAME TERROR 2 LIVRE 11 ANOS

Dez anos depois - vitímas de um crime suspeito só aumentam, já chegam aos 23.

Tirando Cleuza, todos os outros foram encontrados, sempre da mesma forma, com órgãos moídos e ossos quebrados.

- O que faremos?

- Temos de dar um parecer a sociedade.

- Pois dessa vez vá você e fale com os tigres.

- Eu, por que eu?

- Por que houve um sorteio e você fora o comtemplado.

- Quando?

- Agora vá.

O soldado sai da sala do delegado e olha ali para cerca de 8 repórteres locais e 1 de nível estadual.

- E então, o delegado vai demorar para falar com a gente?

- Ele não poderá dar a entrevista para vocês, portanto, vou coloca-los á par das últimas.

- Mais quem é o senhor, você é o delegado?

- Sou Antônio, soldado que presta serviço para esta delegacia.

- Um soldado?

- Por que, não posso falar, sendo assim peço que os senhores..........

- Tudo bem, o que sabe sobre o andamento das investigações sobre estas séries de crimes?

- Pois o que eu posso lhes dizer é que o último incidente fora há cerca de 3 meses, estamos bem adiantados nesse assunto, em principal neste, provas e pistas estão sendo confirmadas.

- Por favor, em outras palavras nada de novo?

- Ainda não.

- Talvez seja por isso que o estado esteja mandando um novo delegado para a cidade?

- Esta?

- Nossa, realmente o senhor sabe das coisas hein.

- Posso lhes dar ordem de prisão agora.

- Tente senhor, somos imprenssa.

Um detetive chega ali e dispersa os repórteres, Antônio seca seu suor com auxílio de um lenço que tirara do bolso.

- E então amigo, muito trabalho?

- Esses jornalistas são verdadeiros carcarás.

- É o trabalho deles.

- Obrigado Francisco se não fosse por você.......

- Fique tranquilo, quando estiver por perto, te ajudo, sempre.

- Sabia da vinda do novo delegado que eles disseram ai?

- Ouvi alguns rumores.

- E eu nem isso ouvi. Risos.

- Pois é mais essa.

- É.

- Vamos colega, tomar um suco para esfriar nossas mentes, tem sido uns dias dificeis por esta cidade?

- Sabe, vou aceitar.

Os dois saem da delegacia e param na padaria do Léo, ali pedem 2 sucos de cajú com muito gelo, comem coxinhas de frango e papeam sobre amenidades familiares.

Ja por volta das 19 horas, Antônio deixa a delegacia, acabara seu plantão, o delegado ja fora há tempos, tivera que estar presente em uma reunião de última hora na regional de policia.

A casa de Antônio com as luzes acesas, seus 2 filhos a brincar na calçada de bola com os filhos dos vizinhos, quando avistam ao pai já vão se despedindo dos coleguinhas ali e correm para o abraço e carinho do pai.

Beijos e abraços, António brinca um pouco com eles ali, entra e na sala deixa sua pasta.

Na cozinha Jocyane prepara o jantar, carne moída com batatas, arroz, feijão com sobras de carne.

Ali ela recebe o marido com um abraço e um beijo, as crianças logo entram ali e em seguida são orientadas a irem ao banho, cerca de 40 minutos todos ali a fazerem a refeição.

Jocyane olha com extremo carinho para o esposo e filhos ali, ouvem após comerem, um pouco de rádio e depois ela acompanha sua novela preferida na tv da sala com a família, logo as crianças dão sinal de estarem com sono.

Após coloca-las na cama, ler uma estória e dar a benção, o casal retorna a sala e mais uns 20 minutos de tv, logo ela desliga o aparelho e leva o marido para o quarto, ali o ajuda a subir na alta cama, Antônio ja cansado do serviço recebe um beijo de sua amada esposa que sai dali, tranca as portas e fecha as janelas, desliga a luz externa do quintal, no refrigerador pega água, bebe e leva uma garrafinha para o quarto, deixa esta sob o criado ao lado da cama, retira sua camiseta e shorts, veste um camisão e sobe na cama.

- Amor.

- Acordou?

- Te amo. Antônio a tem em suas mãos e a beija de forma que ela solta uns gemidos bem baixinhos que o deixa muito mais excitado, eles transam ali, ela o satisfaz com posições e sempre aceitando novas formas de amor entre eles.

12122019...........

Já as 2 da manhã, Antônio acorda com um barulho vindo do quintal, olha para o lado, sua esposa ali adormecida, com todo cuidado sai da cama e veste o calção do pijama, coloca so chinelos nos pés e sai, abre a porta dos fundos na cozinha e liga o interruptor de uma varanda pequena, pega em um armário ao lado do tanque, um farolete metálico, liga este e aponta para o quintal, vê dois gatos atravessarem em sua frente e olha bem próximo ao muro dos fundos a bike de um dos garotos.

- Esses meninos, sempre brincando e esquecendo de guardar as coisas.

Coça a cabeça e segue pelo quintal, se assusta com a sombra no chão das galhas da goiabeira.

- Vou me lembrar, cortar estas galhas, estão até sem folhas coitadas.

Nisso sente algo passar pelas suas costas, olha para trás rapidamente e nada, segue até a bike a pega e traz consigo de volta para a varanda, ouve passos atrás dele.

Em um rápido movimento olha para trás e nada, deixa a bike na varanda, entra em casa com o farolete, apaga as luzes e coloca o farolete em cima da mesa, nisso ouve um barulho na varanda, liga a luz da cozinha e pela janela vê a bike fora da varanda.

- Meu Deus que inferno, com certeza tem alguém querendo me zuar.

Antônio vai ao quarto e pega debaixo da cama uma espingarda de pressão, coloca os chumbinhos e segue, já na varanda com luz acesa vai ao quintal poucos passos e pega a bike.

- Isso não é hora para brincadeiras.

No quarto, Jocyane acorda com a fala do esposo e sente sua falta ali na cama, se veste e sai, Antônio deixa a bike junto do tanque.

- Me chame, me chame, quem eu sou?

Ele olha para trás, ali com um pé na varanda e outro no quintal, uma garota de seus 12 anos, vestido acima dos joelhos, pele tão clara quanto á neve, traz a face um olhar parado mórbido.

- Quem é você, vai embora garota, isso lá é horas para uma garota da sua idade sair por ai, pular muros e ficar a pertubar o sono de quem trabalha, com certeza você tem pais, quem os são, vai me diz, eles devem saber que sou policial e tenho que dormir para estar ás 7 no meu plantão diário na delegacia?

- Me chame, me chame...........

- Cale a boca e vá para a sua casa, dessa vez vou deixar passar, afinal todos ja fomos crianças também, agora vai menina.

Ele se vira para entrar na cozinha e ali na sua frente a garota, ele se assusta e anda para trás, perde o equilibrio e cai, batendo a cabeça na lateral do tanque, o sangue desce e ele grita, Jocyane aparece ali com uma faca em mãos.

- Amor.

- Cuidado querida, essa menina ai. A mulher olha para o lado e vê a criança, logo é golpeada no ombro com o farolete.

- Ai, isso dói menina. A criança vai até ela.

- Me chame, me chame, qual o meu nome?

Jocyane se desespera e tenta se levantar, mais escorrega no fio de sangue vindo de seu marido.

- Amor.

- Corre mulher, corre.

A menina se aproxima dela, traz na mão uma faca.

- Vai embora, vai embora. Uma das crianças sai a porta e olha acena ali, a menina se vira.

- Me chame, me chame, quem eu sou?

- Mara. Responde um dos filhos do casal, ela desaparece, todos ali em pânico, Jocyane ajuda o marido a levantar-se, minutos depois a ambulância o socorre levanto ao pronto socorro da cidade.

Amanhece e o assunto na cidade é só um, todos querendo saber quem é essa tal Mara e o que ela realmente queria com a família do soldado.

13122019...................

paulo fogaça e IONE AZ
Enviado por paulo fogaça em 13/12/2019
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