CORDEL (?)

Havia certa mulher
Não era uma qualquer.
Grande era a beleza
Que dela emanava
Alguém alcunhava
Simplesmente DEUSA.

Ela insatisfeita,
De uma certa feita
Deu sua guinada.
Escreveu poesia
Como se em magia,
De uma só pancada.

Hoje, poetisa,
Fala sobre a brisa;
Sôfrego amor carnal.
Também outros temas
Tem como seus lemas,
Até bom carnaval.

Quando lá no Olimpo,
Seu texto era "limpo",
Banindo o "profano".
Agora, escritora,
Letra sedutora
Expõe lado humano.




Alfredo Duarte de Alencar
Enviado por Alfredo Duarte de Alencar em 16/02/2013
Reeditado em 17/02/2013
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