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" CONHECENDO MEU BRASIL."

Estou voltando de novo,
Usando da inspiração,
Pra falar de meu Brasil,
A minha nobre nação,
Quero convidar você,
Pra comigo conhecer,
Cada palmo desse chão.

Nosso país é imenso,
De majestosa grandeza,
De florestas altaneiras,
Que adorna a natureza,
Vocês vão se encantar,
Vem comigo caminhar,
Provar de suas belezas.

Sai da REGIÃO NORTE,
Começando a caminhada,
Passando por cada estado,
Dessa região amada,
Assim em particular,
Pra aqui conseguir narrar,
As belezas não contadas.

Vou começar por Rondônia,
Meu berço amado querido,
No seio de nossas terras,
Meu estado preferido,
De população ordeira,
Tanta gente hospitaleira,
Muito pouco conhecido.

Estou chegando no acre,
Também da região norte,
Das reservas extrativistas,
Com natureza e suporte,
De beleza encantadora,
Uma terra promissora,
Povo de educação forte.

Chegamos ao amazonas,
De grandeza sem igual,
Onde impera a floresta,
Magnifica e tropical,
E no auge da lembrança,
Onde está a zona franca,
Grande parque industrial.

Fomos para o Amapá,
Nosso pequeno estado,
Que tem sua capital,
Num clima bem abafado,
Lá no platô das guianas,
As margens do Amazonas,
Maior rio consagrado.

Aportamos em Roraima,
Chão de um povo varonil,
Também na região norte,
Lindos campos que se viu,
É parte de nosso rincão,
Com a menor população,
Dos estados do Brasil.

Corremos para o Pará,
De chão em imensidade,
O segundo em território,
Com suas particularidades,
Por seus eventos de fé,
Nossa senhora de Nazaré,
Da procissão de verdade.

Chegamos a Tocantins,
Um estado separado,
De fronteiras com o Pará,
E maranhão de outro lado,
Tendo em Palmas capitais,
Com   belezas sem igual,
Que nos deixa apaixonados.

Findamos a região norte,
Desse meu pais amado,
A maior em territórios,
Pelo mundo venerados,
Por ter enorme beleza,
Feitas da mãe natureza,
Composta de sete estados.

Na região CENTRO OESTE,
Região central do Brasil,
Tão rica em agricultura,
Como essa ninguém viu,
Composta por três estados,
Com seus campos cultivados,
Tem soja pra mais de mil.

Passamos a mato grosso,
O estado pantaneiro,
Com a capital Cuiabá,
Do catira seresteiro,
Pois já me vejo apressado,
Ir pra pesca do dourado,
Dos rios o peixe primeiro.

Em mato grosso do sul,
Aportamos na viagem,
Conhecendo campo grande,
E suas belas estalagens,
Das terras do pantanal,
De reserva natural,
Com florestas e paisagens.

Continuando a viagem,
Subimos ali para Goiás,
Terras cheias de riquezas,
Fonte de águas termais,
E a magnifica  Goiânia,
Onde a beleza emana,
Colado em Minas Gerais.

Chego assim a Brasília,
No distrito federal,
No estado de Goiás,
Com belezas sem igual,
Quem já viu pode contar,
Do enorme Paranoá,
Um lago fenomenal.

Agora na REGIÃO SUL,
Com três estados apenas,
Sendo região mais fria,
De temperaturas amenas,
Conhecendo a tradição,
De quem mora neste chão,
Fala mal quem se condena.

Fui ao rio grande do sul,
Grande terra da bombacha,
De churrasco bem grelhado,
Prenda que não embaraça,
Do apreciado chimarrão,
E do festival de quentão,
E dos gaiteiros arrojados.

Vim pra Santa Catarina,
Acelerou-me o coração,
Estado de mulher bonita,
De cultura e tradição,
E quem não esta deseja,
No festival da cerveja,
E o festival do pinhão.

Subimos ao Paraná,
Ver a capital mais bela,
Fui a opera de arame,
Não há outra igual a ela,
Do carneiro no buraco,
Chope escuro e bate papo,
No festival da costela.

De lá eu segui viagem,
Para a REGIÃO SUDESTE,
Grande parque industrial,
Com ela ninguém compete,
É feita de quatro estados,
Com progresso renomado,
Nas divisas do nordeste.

Passei dai pra são Paulo,
Grande terra da garoa,
Imenso em população,
E terras pra lá de boas,
De muitos é o destino,
Indo a festa do divino,
Desde tempo da coroa.

Subi pra Rio de janeiro,
Já era no mês de março,
Onde  o Cristo redentor,
Para todos abre os braços,
Pra ela eu fiz um poema,
A garota de Ipanema,
Lá na cidade do aço.

O imenso pão de açúcar,
Fui passear no bondinho,
Do morro do corcovado,
Passamos devagarinho,
Contemplando a paisagem,
Que mais parece miragem,
De seus mares cristalinos.

Saindo dali fui direto,
Pra grande minas Gerais,
E a imensa Belo Horizonte,
De ladeiras sem iguais,
Parti dali na certeza,
De quem ver suas belezas,
Não esquecerá jamais.

Passei ao Espirito santo,
Por sua capital vitória,
Suas praias majestosas,
Não sai de nossa memoria,
O farol de santa Luzia,
O museu de Biologia,
Que não me sai da memoria.

Chego a REGIÃO NORDESTE,
Maior de nosso pais,
Em numero de estados,
Nove são é o que se diz,
Do nordestino arrojado,
Forte na pega do gado,
Lugar de gente feliz.

Fui a grande salvador,
Cada ponto registrando,
Passear nas lindas praias,
Petiscos saboreando,
Fui ao vale do Capão,
Cachoeira do Buracão,
Do grande estado baiano.

Fui ao o farol da barra,
De encantos com certeza,
Ao elevador Lacerda,
Apreciando as belezas,
Passei por parque marinho,
Na praia do Havaizinho,
Contemplando a natureza.

De lá segui pra Sergipe,
Outro estado brasileiro,
Lugar de mulher bonita,
Do caboclo seresteiro,
Pois era minha paixão,
Caminhar no calçadão,
Nordestino verdadeiro.

Passando por alagoas,
No coração do nordeste,
De um povo hospitaleiro,
Também de cabra da peste,
Não esquecerei jamais,
Suas piscinas naturais,
Que a esse litoral veste.

De lá fui ao Pernambuco,
De belezas altaneiras,
Encantei-me com as festas,
E seu frevo sem fronteiras,
Na Recife ensolarada,
A cidade consagrada,
Por Veneza brasileira.

Já cheguei à Paraíba,
Desse rincão nordestino,
Na capital João pessoa,
De mar azul cristalino,
Ali vi coisas sem iguais,
As piscinas naturais,
Nas terras de Picãozinho.

Fui a Rio Grande do Norte,
Pra conhecer as salinas,
Conhecendo Mossoró,
De uma produção fina,
Em Natal passei primeiro,
Onde o maior cajueiro,
Pra mim a coisa mais linda.

Os galhos do cajueiro,
Vão se alastrando no chão,
Pouco a pouco enraizando,
Virando arvoredo então,
Não há outro grande assim,
Está em Parnamirim,
Um município do sertão.

Dali sai pra conhecer,
O estado do Ceará,
Passear em suas praias,
Até as pernas cansar,
Pude compor um poema,
Nas praias de Iracema,
Onde estive a caminhar.

Assim fui a Teresina,
A capital do Piauí,
E seu clima aconchegante,
Assim lá pude sentir,
O calor de povo ordeiro,
Nordestino verdadeiro,
Como esses eu nunca vi.

Agora no maranhão,
Pra fechar minha viagem,
Conhecendo cada canto,
Com muita força e coragem,
Ultimo estado a percorrer,
Pois faltava- me conhecer,
Esse estado da união.

Pude então ai andar,
Pelas matas dos cocais,
Nas divisas da Amazônia,
E riquezas sem iguais,
Do cedro e Mulungu,
Da quebra do Babaçu,
E grandes carnaubais.

A minha longa viagem,
Assim então completei,
São 23 mil quilômetros,
Que nessa viagem passei,
Das intrigantes paragens,
E suas muitos estalagens,
Das quais nunca esquecerei.

Ao findar mais essa obra,
Em narração de cordel,
Muito muito eu agradeço,
Ao grande papai do Céu,
Por me dar capacidade,
De mostrar com equidade,
Um país de doce e fel.

Cosme B Araújo.
14/02/2018.
CBPOESIAS
Enviado por CBPOESIAS em 14/03/2018
Reeditado em 07/09/2018
Código do texto: T6279587
Classificação de conteúdo: seguro

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