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O MEU RIMANCEIRO * As palavras banais


Quando escrevo, em verdade, o que digo
são palavras, palavras banais
de bom-senso, visíveis sinais
alertando: cuidado, há perigo!

Nas estradas há curvas danadas,
há travagens, piões e maus pisos,
há os gestos de mão bem precisos,
há manobras e acções desastradas.

Todos andam sujeitos à pressa
que nem sabem aonde vai dar…
Menos sabem onde isto começa
ou aonde isto vai acabar…

Falo em vão, eu bem sei, mas insisto,
que não é blasfemar nem delito
sobre o nada deixar o meu grito
que saúda o que existe além disto.


José-Augusto de Carvalho
10 de Agosto de 2018.
Alentejo * Portugal
José Augusto de Carvalho
Enviado por José Augusto de Carvalho em 10/08/2018
Código do texto: T6415191
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
José Augusto de Carvalho
Portugal, 81 anos
247 textos (9777 leituras)
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José Augusto de Carvalho