AS DIABRURAS DE L´ENFANT TERRIBLE OU CINQUANTE BUVEUR-ONE

Fazer continência com o chapéu dos outros é um ditado que remonta há mais de um século, assim como pagar a conta com o dinheiro dos outros não é tão antiga assim.

Por sinal é atual.

Com a prestensão de se firmar com um líder carismático retirante, procedeu como um garoto peralta que ao saber que seus pais eram credores de praticamente todos os seus vizinhos e por esta razão o garoto peralta não era aceito junto a garotada da vizinhança, um dia pegou todos os cheques e promissórias e devolveu aos seus emissores. E assim ele conseguiu ser aceito no clubinho da molecada. E os seus pais ? Ficaram na pior e até hoje amargam o prejuízo.

Esta pequena comparação se faz com o ocorrido recentemente por oito e sofridos anos, no Brasil quando um total e desconhecido metalúrgico, tentou debutar nos salões da diplomacia internacional, como presidente eleito. Buscou ser recebido pelos mandatários de paises de excelente economia e estabilidade social, com níveis elevadíssimos de IDH, com o analfabetismo inexistente há mais de 50 anos, com adminsitração de verbas públicas abertas à todos os cidadãos e cidadãs, com uma política previdenciária invejável,com índices de mortalidade infantis a beira do zero, com a criminalidade praticamente inexistente e com a corrupção banida, como sendo um elemento componente do DNA destas nações.

E foi recebido ? Praticamente não.

Mas isto é um desaforo, uma afronta para com a nossa diplomacia e relações internacionais? Diriam uns. Outros ficariam indignados ante tamanha falta de consideração para com os pobres brasileiros.

Mas o que faria um presidente eleito, que sequer sabe pedir um copo de água em inglês, alemão, francês ou espanhol? Ah ! Mas tem o pessoal do Itamaraty que traduz tudo. Correto. Mas qual seria o conteúdo de uma convera com os mandatários de países que diferem em muito do nosso ?

Propor que as relações comerciais se tornem mais aquecidas ? Equilibrar a balança internacional ? Incentivar investimentos estrangeiros no Brasil ? Propor convênios bi-laterais para políticas ambientais e sociais ? Sugerir que empresas internacionais se habilitem nas politicas privacionistas das rodovias ? Ou quem sabe solicitar que apresentem propostas para vender ao Brasil 40 avionetas ?

Na realidade o ex-presidente jamais apresentou a mínima capacidade de estender a politica internacional brasileira para países de economia estável, dotados de um parque tecnológico super avançado.

Não se preocupou em em derrubar barreiras alfandegárias para que pudessemos vender nossas comodities alimentícias (carnes de frangos, suinos, bovinos) ou matrizes energéticas limpas (etanol) ou proteínas vegetais (soja em grão oo farelo de soja), pois iso representaria ir na contra-mão do MST e do MDA.

Jamais se fêz presente nas grandes universidades e nos eventos comerciais de destacada importância mundial, para promover o Brasil.

Sequer se fez ouvir nos grandes centros acadêmicos universitários como : HARVARD; CAMBRIDGE; OXFORD; UC BERKELEY; CALTECH; ÉCOLE POLYTECHNIQUE; PRINCETON; YALE; UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS; UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA ; UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ; UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO; UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS ; UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA;UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA ; PONTIFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO; UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ .

Como mandatário por oito penosos anos, soube sim fazer e promover benesses com o dinheiro público brasileiro.

‘Balanço feito sobre o volume de dívidas perdoadas por Lula, em seus dois mandatos, aos países do chamado Terceiro Mundo, em busca de uma cadeira permanente no Conselho de Segurança da ONU, já ultrapassa US$ 611 milhões, ou seja, em torno de R$ 1,1 bilhão. A generosidade de Lula com dinheiro do contribuinte já beneficiou Moçambique, Cuba, Bolívia, Cabo Verde, Gabão, Nicarágua e até Nigéria. Os US$ 10 bilhões pelos 36 caças Rafale, da França, fazem parte desse pacote de bondade. Por outros US$ 10 bilhões, a Índia comprará 126 caças Rafale’

(http://www.gestaopublicainterativa.com.br/ler_noticia.php?u=dividas-perdoadas-pelo-presidente-lula).

E o pior deste cenário é que a situação moral do Brasil tende a piorar cada vez mais.

Explico.

Quem orientou o presidente da Bolívia a se insurgir contra a Petrobras, no caso do gás natural de petróleo, foi o presidente Chávez. Quem instigou o presidente bispo paraguaio a contestar a política energética de Itaipu, foi o presidente Chávez. E o então presidente Lula, morria e morre de amores por este tipo de pessoa e por sua política totalitária.

Chama a atenção um pequeno detalhe. Se a dívida de R$ 1,1 bilhão que perdoada, para países onde comprovadamente a corrupção é nativa e deneaticamente presente nos genes de todos os mandatários, fosse destinada a perdoar as dividas dos estudantes brasileiros junto a CEF ou para perdoar em parte das dividas de quem adquiriu imóvel financiado, provavelmente teria melhor aceitação e aplicação?Ou ainda, fosse aplicado na construção de hospitais e escolas?

Nós brasileiros ainda não acordamos para um ferramental que já se fez presente em outras épocas e agora recentemente a mídia internacional destacou: O uso das praças como centro de protestos. É preciso usar a praça democraticamente para dar a entender que não se pode mais dar continuidade a este tipo de política.

E a grande pergunta surge.

Não caberia uma ação popular encabeçada pela sociedade brasileira e com a guarida do Ministério Público, para chamar a responsabilidade este tipo de ação irresponsável? O que o Brasil lucrou com o perdão de R$ 1,1 bilhão?

Enquanto isto o L´Enfant Terrible continua fazendo das suas...

ROMÃO MIRANDA VIDAL
Enviado por ROMÃO MIRANDA VIDAL em 15/02/2011
Código do texto: T2793501