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Cale-se o Calo

    Há quem pense em loucura. Simplesmente porque neste mundo de cotidiano jornalesco, conturbado, e, de animalesco, muitas vezes desacreditado,  onde o jogo é o ganha-ganha, o compasso o corre-corre, que nos atinge e massacra de tantas maneiras, eu me revelo apaixonada.
Mas não, não pense em paixão nova, repentina, nem em pieguices, não, não, não, nem em paixão inventada na poesia.  Até porque a melhor poesia, pra mim, é continuar olhando para o meu escolhido e concluir que no que concerne ao amor, eu faria tudo de novo, do mesmo jeito.
Loucura... Qual nada!  "A saúde anda saúdes"... tão boa que aparece logo no plural.  Mesmo que seja só a da alma. Alma de quem ama é mesmo assim, levezinha, e voa por aí, por mais que haja calo, e que ele aperte.
Cale-se o calo!


 



 
Cissa de Oliveira
Enviado por Cissa de Oliveira em 03/03/2011
Reeditado em 15/10/2013
Código do texto: T2825402
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Cissa de Oliveira
Campinas - São Paulo - Brasil
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Cissa de Oliveira