A Loucura mostrada no “Museu da Loucura em Barbacena”

Negar a memória de um lugar é negar a sua história e querer que ela se repita.
O Brasil e o mundo deveriam  ver este testemunho que os Hospitais Psiquiátricos  deixaram como prova retratada no Museu da Loucura em Barbacena  de que  o humano é capaz... Assim como o mundo visita a Europa para ver os campos de concentração para não esquecer e para não deixar aquilo se repetir.

Enfim, há de se entender que um país que se deixou (des)educar pelo Beletrismo e Positivismo se espanta quando a verdade mostra o seu outro lado: que o “Belo”, o “Ilustre”, e o “ Heroísmo ” se faz por haver um “Feio”, “Obscuro” e “Marginalizado” pelos que detinham os privilégios.

Negar isto é querer “varrer a sujeira para debaixo do tapete” e ser cúmplice com o desumano e o imoral que ocorrreu no século 20.


O Museu da Loucura é a crônica arquitetônica, histórica, geográfica, memorística de que na aristocrática “Princesa dos Campos”, “Mui Nobre e Leal” Barbacena havia o escabroso que muitas vezes uma elite quer esconder e não ver.


 
 
Leonardo Lisbôa
Barbacena, 18/01/2016
 
Leonardo Lisbôa
Enviado por Leonardo Lisbôa em 18/01/2016
Reeditado em 29/01/2016
Código do texto: T5515278
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