A QUEDA

A QUEDA

A carta de saudação ascendendo rumo à Natureza. O que seria a Natureza? Por que não se importam? Somos os próprios invasores vindos do planeta Terra em dois magníficos jatos para estuprarmos a natureza virgem. Essa é a natureza humana com seu declínio e a pauperização intelectual como terráqueos. Estes são os riscos da negação da realidade é o fim do jogo. O que a ciência aprendeu com a Natureza e suas as leis fundamentais com a exploração de um planeta pouco sadio?

Ensinando a criação estendendo a mão uma aliança pela morte, mas três metamorfoses criam as cátedras da virtuosidade dos transmundanos; os desprezadores do corpo, as paixões alegres e dolorosas do criminoso havido de poder ler e escrever suas regras assassinas e a árvore tombada no alto da montanha pelos pregadores do progresso.

A guerra e os guerreiros os novos ídolos juntos as moscas do mercado Central em castidade. O amigo e as suas mil metas e uma só meta lhe interessa a dor ao próximo e o caminho do seu eu criador. As velhas e más novas com suas picadas de víboras.

Os filhos do matrimônio, a morte voluntária, a virtude dadivosa das serrarias, o menino refletido no espelho quebrado, as ilhas das bem-aventuradas, os compassivos planaltinos de ternos e os seus "virtuosismos" junto as gentes ribeirinhas, as tarântulas nas faces dos índios e seus cânticos noturno, o canto e a dança nos sepulcros dos antepassados e a superação de si mesmo, o sublime país da desencultura e seu imaculado "conhecimento".Os eruditos estes são os poetas do amanhã trazendo seus grandes acontecimentos destrutivos.

NA CALADA DA NOITE

O profeta gritava no cemitério as definições da civilização;

“ As frivolidades aparecem ser um deus das variações sobre a morte que vai a margem dos instantes da desarticulação do seu tempo.

A soberba da inutilidade da decadente coalizão contra a morte da supremacia do adjetivo este diabo que passeia sobre a circunferência dos domingos na vida. O animal indireto é a chave de nossa resistência e anulação pela libertação veneno abstrato da consciência da infelicidade.

Este pensamento interjetivo da apoteose que vaga na solidão, A cisma do e o coração dos pensadores crepusculares com seus recursos da autodestruição. Anjo reacionário sem preocupação com a decência na gama do vazio, pois certas manhãs de luto fico atarefados sinto a imunidade contra a renúncia do equilíbrio do mundo destes adeus à filosofia. o santo e cínico retorno dos elementos evasivo.

A resistência à noite segue virando as costas ao tempo esta dupla face da liberdade esgotando os sonhos do traidor, modelo este que em uma das viradas da terra sente o horror impreciso dos dogmas do inconsciente. Essa dualidade do renegado é a sombra da futura flor das idéias fixas. O manto celestial é o equívoco do gênio e sua idolatria da desgraça faz domínio de uma nova vida tripla que poria o cosmo a agonia do desejo em sua interpretação dos atos.

A vida sem objeto acedia os malefícios da coragem e do medo em sua embriaguez itinerária do ódio que perpetua a história e o verso segue em sua prostituição e obsessão da essencial felicidade.

A ousadia não é efígie do fracassado, pois suas condições da tragédia é a mentira imanente do advento da consciência é a arrogância do coração e sua maldição diurna defesa da corrupção deste universo do antiquado homem, pensador de ocasião das vantagens da debilidade deste parasita dos poetas em tribulações d o tédio.

Os conquistadores e os seus ceticismos o autômato sobre a melancolia e a ânsia de primar a posição dos pobres rostos da decadência e a santidade das caretas do absoluto são as negativa de procriar este discípulo da sabedoria e sua santidade é a absoluta histeria da eternidade.

O orgulho do céu é a higiene sobre certas solidões, oscilação que ameaça de sua cruz inclinada sobre a teologia animalesca deste metafísico genes da tristeza.

Em um convento a insubmissão é o cenário do saber e suas abdicações corda os segredos de um epitáfio das lágrimas flutuadas na vontade teórica da bondade.

Parte das coisas maravilhosas do vício nas cavernas atônitas que com suprema usura faz seus funerais o desejo irrefutável decepção que no segredo dos moralistas fantasia a honra da loucura de seus heróis Pobres de espírito e miséria excitante da