CONVENIÊNCIA. ESCOLHA. O BEM E O MAL.

O bem é para se fazer, e viver.

O mal para se manter distância, e repelir sua presença.

O homem não pode captar a felicidade a qualquer preço. Nele vive uma consciência moral. Inexistindo, será caricatura de humanidade .

Juízo de consciência, sentido da conveniência, é acompanhado de sentimentos profundos. Medo, inquietude, ansiedade.

Todos discernimos entre o bem e o mal, e que esse discernimento é mais básico e presente que entre o útil e o inútil, entre o agradável e o desagradável.

Não somos apenas limitados e finitos, somos parte do infinito, da eternidade. Mesmo só como matéria alimentada pelo pensamento, a alma.

Ninguém desconhece que há um antecedente sempre a que se segue o consequente, não pode assim haver finitude do que antes foi infinitude na cadeia causal.

Não é em vão que se fala em vida eterna volátil, e não é em vão que se sente a proximidade em valores dos que já se foram.

A nossa existência limitada está sendo atravessada por culpa e morte. Bem e mal.

Como se explica esse fato?

O Perfeito que descobrimos por reflexão não dá resposta ao absurdo, ao sofrimento, à morte. Artigos de fé que não afastam o curso e a escolha entre o bem e o mal.

Como deveríamos representar-nos?

JESUS É A RESPOSTA.

"EU NÃO ESTOU LONGE, APENAS ESTOU DO OUTRO LADO DO CAMINHO......VOCÊ QUE AÍ FICOU, SIGA EM FRENTE, A VIDA CONTINUA, LINDA E BELA COMO SEMPRE FOI." Santo Agostinho.

Celso Panza
Enviado por Celso Panza em 18/02/2018
Reeditado em 18/02/2018
Código do texto: T6257177
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