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INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
 
A IA um agente inteligente, é um sistema que percebe seu ambiente, e tomam atitudes que maximizam suas chances de sucesso.
A IA é a inteligência tecnológica aliada ao conhecimento humano, nada se perde, e tudo se aprende. A IA tem nos ajudado na aprendizagem, vale lembrar do Google, Internet Explores e outros, e suas ferramentas.
Como é usada? Exemplos
Toda indústria possui uma alta demanda, pelas funcionalidades de AI especialmente sistemas de perguntas e respostas que podem ser utilizadas para assistência jurídica, busca de potentes notificações de risco e pesquisas médicas. Outros usam IA em
Operadoras de saúde, Varejo, Manufaturas. Esporte, Escolas, Cinemas, TVs, etc
Ela nos substitui, ela expande nossas capacidades e nos tornam melhores no que somos, no que fazemos.
Como os algoritmos de IA aprendem de maneira diferente, dos seres humanos, elas olham para as coisas de maneira diferente.
Eles podem ver relacionamentos e padrões que nos escapam.
Essa parceria entre a humanidade e inteligência artificial oferece muitas oportunidades.
Ele pode:
Levar IA analítica nas industrias
Melhores desempenhos de tecnologias analíticas existentes
Derrubar as barreiras econômicas, incluindo barreiras linguísticas e de tradução
Expandir capacidade humana existente e nos tornar melhores naquilo que fazemos nos dando melhor visão, melhor compreensão, memória, IA é tecnologia aliado aos conhecimentos humanos. Unidade de processamento gráfico, a internet das coisas, algoritmos avançados.
 
Aguardo sugestões, críticas ou correções.
http://encantodasletras.50webs.com/inteligenciaartificial.htm
 
Tirei este texto abaixo, do BRASIL ESCOLA para quem quiser saber mais SOBRE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
 
A inteligência artificial é um ramo de pesquisa da ciência da computação que busca, através de símbolos computacionais, construir mecanismos e/ou dispositivos que simulem a capacidade do ser humano de pensar, resolver problemas, ou seja, de ser inteligente. O estudo e desenvolvimento desse ramo de pesquisa tiveram início na Segunda Guerra Mundial. Os principais idealizadores foram os seguintes cientistas: Hebert Simon, Allen Newell, Jonh McCarthy e vários outros, que com objetivos em comum tinham a intenção de criar um “ser” que simulasse a vida do ser humano.

O estudo da A.I. iniciou-se nos anos 50 com os cientistas Hebert Simon, Allen Newell, esses foram os pioneiros ao criarem o primeiro laboratório de inteligência artificial na Universidade de Carnegie Mellon.

O desejo de construir máquinas capazes de reproduzir a capacidade humana de pensar e agir vem de muitos anos. Tal fato pode ser comprovado através da existência de máquinas autônomas e também através de personagens místicos, como é o caso do Frankenstein (personagem da escritora Mary Shelley).

Com a evolução computacional a inteligência artificial ganhou mais força, tendo em vista que o seu desenvolvimento possibilitou um grande avanço na análise computacional, podendo a máquina chegar a fazer análise e síntese da voz humana. No início os estudos sobre A.I. buscavam apenas uma forma de reproduzir a capacidade humana de pensar, mas assim como todas as pesquisas que evoluem, com essa não foi diferente. Percebendo que esse ramo da ciência tinha muito mais a ser descoberto, os pesquisadores e cientistas abraçaram a idéia de fazer com que uma máquina pudesse reproduzir não só a capacidade de um ser humano pensar como também a capacidade de sentir, de ter criatividade, e de ter auto-aperfeiçoamento e uso da linguagem. Filmes como “O Homem bicentenário” e “A.I. (Inteligência Artificial)” mostram claramente a vontade da máquina de se tornar ser humano, de querer se manifestar, poder ter e sentir tudo o que os humanos têm e sentem.


O progresso na principal área dessa pesquisa, que é a de fazer uma inteligência similar à do ser humano, é lento. Porém, os estudos nessa área têm surtido efeito em várias outras áreas, como o planejamento automatizado e escalonamento, jogos, programas de diagnóstico médico, controle autônomo, robótica e outras mais.


Esse ramo de pesquisa é muito conflitante, pois existem os que apoiam as pesquisas e a ideia da máquina ter vida própria, como também existe o lado dos que não apoiam a ideia. Para muitos a existência de máquinas com o poder de pensar, sentir e até ter a capacidade de realizar atividades humanas é um fato inconcebível.
 
SANTOS, Marco Aurélio da Silva. "Inteligência Artificial"; Brasil Escola. Disponível em . Acesso em 10 de marco de 2019.
 
 
Norma Aparecida Silveira Moraes e BRASIL ESCOLA
Enviado por Norma Aparecida Silveira Moraes em 11/03/2019
Reeditado em 31/05/2019
Código do texto: T6595213
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre a autora
Norma Aparecida Silveira Moraes
Suzano - São Paulo - Brasil, 62 anos
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Norma Aparecida Silveira Moraes

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