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Tapa na verdade

Há quanto tempo não busco o que sempre quis?
Por que não me deixei levar pela euforia dos outros?
Talvez porque eu estivesse acreditando na receita de sucesso deles. Este devia ser o meu erro.
Trocar de prioridade para depois não viver de caridade.

E sempre ter a razão do que sinto e a compreensão do que vivo. Construindo um discurso convincente para aqueles que me avaliam. Pobres bichos.
Não imaginam, apenas te julgam sem preceito de criar para saber, mas com pré-conceito de não entender individualmente a subjetividade de cada ser, porque não sabem pensar em um ser.
Ser especial. Sem querer fazer o que é certo, chegando perto, aproximando a chance da luta.

Acreditei que o meu espaço estava bloqueado por uma série de monstros e bruxas, vivi em seus castelos respirando o mesmo
ar estúpido e insolente, com a mesma falta de consciência do que realmente estava fazendo.
O anjo apareceu na hora certa e trocou o meu cenário, renovou o meu ar e alimentou a minha alma. Mostrando-me um caminho.
Sobrevivi nas trevas e hoje sei que a mudança é aqui na terra mesmo.

O futuro sempre é esperançoso porque sabe que chegará a sua hora de ser presente.
Na hora certa descobri porque podamos uma planta, para florescer com novos frutos e crescer com mais beleza. Essa é a natureza.
Natureza do ser humano, ser o que não é, e buscar o que não precisa, para ter o que não pode ter, sem que esteja trocando muitas mentiras, por poucas verdades.
Nando Portela
Enviado por Nando Portela em 25/09/2007
Reeditado em 26/09/2007
Código do texto: T668191
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Sobre o autor
Nando Portela
Porto Alegre - Rio Grande do Sul - Brasil, 35 anos
2 textos (102 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 16/12/17 01:55)
Nando Portela