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¨Viver e não ter a vergonha de ser feliz!”

 
 Ser feliz, sonhador, otimista e sereno, muitas vezes chega a ser considerado ofensivo, num mundo onde algumas pessoas, ao que parece, preferem cultivar a irritabilidade, a tristeza, o pessimismo, e negar a possibilidade de felicidade de uma maneira tão extrema e intensa, que muitas delas chegam até mesmo ao ponto de permanecerem constantemente irritadas(ou prestes a se irritarem), e não se permitirem nunca relaxar. E muito menos sonhar, acreditar e ser feliz!
 Conseguir manter-se genuinamente alegre e sereno, insistir em não perder jamais a esperança, mesmo diante deste mundo tão atribulado, diante dos inúmeros obstáculos e imprevistos que às vezes acontecem na vida de todos nós, é uma grande demonstração de força, de fé e de otimismo.
 Talvez seja devido a isso que aquelas pessoas verdadeiramente alegres e serenas, apesar de despertarem admiração, costumam incomodar tanto!
  Talvez seja por isso também, que hoje em dia muitas pessoas estão se tornando cada dia mais emocionalmente descontroladas, inseguras, pessimistas e frágeis: estão perdendo a esperança, a verdadeira e inabalável fé, estão inibindo, e muitas vezes até mesmo extinguindo o verdadeiro sorriso sereno, aquele que existe apenas no rosto das pessoas que sentem uma genuína e tranqüila felicidade interior, uma constante e serena certeza de que o estar vivo é um privilégio, uma dádiva, pela qual devemos sempre agradecer!
 Muitas, pelos mais variados motivos, estão até mesmo optando por viverem constantemente em pesadelos ameaçadores e adoecedores! Estão se negando a paz de espírito, alimentando interiormente o pessimismo, e como conseqüência, se afastam do sorriso e do riso! E andam pelas ruas, habitualmente apressadas( inclusive atropelando umas as outras), com expressão de eternamente preocupadas( com tudo e com nada!), exageradamente ocupadas, como zumbis.
 Com o corpo constantemente maltratado por dores, que resultam justamente da rigidez e da tensão, com intermináveis, incômodas e desagradáveis dores de cabeça, com uma expressão no rosto carregada, cansada, triste, justamente pela falta de sonhos bons, de realidade satisfatória, de gargalhadas autênticas, de brincadeiras. Pelo excesso de tristeza que tantas vezes se forçam a habitualmente sentir, pela necessidade de aparentarem seriedade(portanto, proibidas de sorrir!) e consequentemente pela diminuição de alegria na vida! E ausência da alegria de viver!
 Estão faltando ludicidade, leveza e descontração nos relacionamentos, e sobrando seriedade e cobranças.
  Sempre costumo afirmar que estamos precisando urgentemente de rir, sorrir e brincar mais! Afinal, ainda estamos vivos!
 
Francisquini
Enviado por Francisquini em 29/09/2007
Código do texto: T674124
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Sobre a autora
Francisquini
Lavras - Minas Gerais - Brasil, 57 anos
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