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PARECE QUE CHEGOU A HORA

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   Rio de Janeiro, Sábado, 9 de Novembro de 2019


   A temática de hoje não poderia ser diferente: a liberdade de Lula e de outros criminosos colocou o país sob severa apreensão. De um lado e de outro, porque mostra que em matéria de justiça o país cambaleia assustadoramente e de forma quase que definitiva.
   Tal questão já vem rolando de algum tempo atrás quando os ministros do Superior Tribunal Federal, STF, já haviam criado jurisprudência no entendimento das prisões além da segunda instância, o que causou um certo tumulto desde então.
   É de espantar que um ministro do STF tenha tanto poder nas mãos, decidindo e resolvendo questões complexas, emitindo parecer definitivo sobre situações importantes e que causem distorções acima do normal. Isso sem contar que um ministro desse tribunal é um indicado político e não um concursado. E também dentre eles, vários nem são e nunca foram juízes.
   Nessa questão que envolve Lula, a coisa é mais profunda porque ele, além de um criminoso, é um agitador contumaz. E por certo, doravante, gerará situações de confronto entre os cidadãos de nossa população, o que acarretará em resultados nefastos e fatídicos, com certeza. É só aguardar o tempo passar.
   Desde algum tempo atrás sabemos que a nação está dividida no aspecto moral. O crime no país acentuou-se de forma profunda nessas últimas décadas, sendo que a própria população participa desse processo. Há muita gente envolvida com cambalachos, mumunhas, maracutaias e afins.
   E existe uma diferença de conceito no que é crime e criminosos nessas situações. Quase sempre se classificam como tais apenas aqueles que usam armas letais em suas ações, desconsiderando aqueles que usam a palávra e a caneta (ou computador) em suas ações perniciosas.
   Os primeiros quase sempre são considerados pés de chinelos. Mas os demais, em muitas das vezes, nem são vistos como criminosos. E são os que causam um estrago maior na população e no país, porque surrupiam valores estratosféricos, diferentemente daqueles.
   Mas a situação em que o país chegou não pode nos deixar em nenhuma dúvida de que o confronto entre nós é iminente. E, pelo jeito, esse momento chegou. Então é aguardar seu desfecho e contar o que sobrou.
Aloisio Rocha de Almeida
Enviado por Aloisio Rocha de Almeida em 09/11/2019
Reeditado em 09/11/2019
Código do texto: T6790583
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Sobre o autor
Aloisio Rocha de Almeida
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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Aloisio Rocha de Almeida